25 setembro 2010

Ser mulher...

Um homem estava extremamente triste e desencorajado de se levantar todas as manhãs para ir trabalhar, enquanto a mulher ficava em casa sem fazer nada. Querendo que ela soubesse quanto custa ir cada dia trabalhar.
Ajoelhou-se e fez o seguinte pedido:

'Meu Deus, eu vou trabalhar todos os dias durante 8 horas, sem contar com o transporte de ir e vir que me ocupa 3 horas... Tudo isto enquanto a minha mulher fica em casa! Eu queria que ela soubesse o quanto eu sofro. Você poderia trocar os nossos corpos para que ela compreendesse o meu Calvário?'

O Bom Deus, na sua infinita bondade, concedeu- lhe o pedido e no outro dia de manhã, o homem acordou, mas trocado em mulher. Então ELA (ele)...

1. Preparou o café da manhã para a família
2. Acordou as crianças
3. Preparou as roupas para a escola
4. Deu-lhes de comer
5. Preparou-lhes o lanche pra levarem pra a escola
6. Levou-os à escola
7. Passou pela lavanderia na volta pra casa
8. Passou pelo banco
9. Parou no supermercado para algumas compras
10. Voltou para casa para desembalar e arrumar as compras
11. Recebeu o correio e pagou algumas contas
12. Preparou o almoço
13. Comeu sozinha em 10 minutos
14. Limpou e arrumou os quartos e deu banho no cachorro
15. Lavou a roupa
16. Passou o aspirador, tirou o pó e lavou o chão
17. Correu pra buscar os filhos na escola e aturou os gritos deles dentro do carro.
18. Deu-lhes qualquer coisa para beber e comer
19. Mandou-os fazer os deveres escolares
20. Passou a roupa a ferro, enquanto via um pouco de televisão
21. Começou a descascar as batatas e lavou os legumes para a salada
22. Preparou a carne e uma torta de maçãs para a sobremesa
23. Serviu o jantar, depois limpou a mesa e a cozinha
24. Encheu a lava-louça
25. Apanhou a roupa suja de uns e outros que estava espalhada
26. Deu banho nos filhos e colocou-os na cama, e...
27. Às 22:00h, ela estava muito cansada, mesmo com os trabalhos do dia não terminados. Ela foi, portanto, para a cama, onde o marido a esperava para fazer amor... o que ela fez, sem se queixar.

No outro dia de manhã, ela (ele) levantou-se, pôs-se de joelhos próximo da cama, e rezou:

'Meu Deus, eu não sei como pude pensar tão mal... Eu estava enganado por ter inveja da minha mulher que ficava em casa... Por favor, Fazei com que nós possamos cada um retomar nossos corpos originais.'

O Bom Deus, na sua infinita bondade, respondeu:

'Meu filho, Eu creio que tu aprendeste a lição, e ficarei muito feliz, em restabelecer as coisas, tal e qual com estavam antes, mas é preciso esperar 9 meses... Tu ficaste grávido ontem à noite!!!'

10 setembro 2010

Vida duuuuura!

Vejam José Roberto Arruda
(lembram dele? governador cassado do distrito fedoren, digo, federal?)
pagando 'caro' pelo ato de corrupção em que foi devidamente flagrado:




Como meu sonho é ser político um dia, tô treinando roubando descaradamente a foto da Maristela.

24 agosto 2010

Em época de eleição.

Muito raramente me manifesto politicamente aqui ou em qualquer outro meio de comunicação na rede, mas observo por aí opiniões estranhas quanto aos candidatos à presidência da república que demonstram, no mínimo, desconhecimento quanto a vida pregressa de alguns deles.

É claro que terá quase que expressa aqui minha tendência política naquilo que vou lhes perguntar, portanto não entendam como uma convocação de voto nem de uma propaganda deste ou daquele candidato. Simplesmente gostaria de esclarecer algumas mentes que não sabem nem nunca saberão o que foi o Brasil durante a ditadura militar:

- O que você, manifestante eleitor, faria se lhe fosse imposto um regime autoritário - militar ou não - impedindo que você fizesse ou deixasse de fazer senão em função do que ele determinasse? Você lutaria contra ele de qualquer forma e meios ou simplesmente deixaria o seu país, entregando-o à sorte daqueles que aqui ficaram, dando a cara à tapa e arriscando a vida para que, mais tarde, você pudesse voltar gozando das benesses, podendo inclusive, com a vitória daqueles, até ter a liberdade de chamá-los de terroristas e assaltantes e candidatar-se à cargos políticos?

Pense antes de responder (se quiser, é claro) mas pense, também, depois que responder.

17 agosto 2010

SAAAAAAAI CAPETAAAAAAA!!!

Pastor Silas Salafraria, digo, Malafaia: "Nossa seita, seita cheque, vale transporte, refeição, etc..."


video


Por email, da Beth Kuhlmann

14 julho 2010

O MAGO

Abrindo-se ao novo

O arcano maior chamado “O Mago” brotou do Tarot como um conselho para este particular momento, LULA. Ele vem sugerir a necessidade de uma quebra de rotina, experimentação de novas idéias, fazer diferente, tentar um outro curso de ação. Este é um momento propício para encontros inesperados e conversas libertadoras. A qualidade do momento demanda espanar a poeira e abrir-se ao novo. Muito estímulo intelectual lhe aguarda nesta etapa de sua vida, o que pode surgir na forma de livros que lhe são indicados, pessoas que surgem do nada pra bater um papo com você e lhe permitir um maior entendimento das coisas. É como se, agora, as coisas que você fosse ouvir (provavelmente da boca de gente que você nem esperava!) lhe permitissem uma libertação de uma forma antiga e superada de abordar as situações. Aproveite este dinâmico período!

Conselho: Momento de renovar, de fazer diferente.

(coraaaaaaaagem Lulaaaaa...!)

13 julho 2010

DIA UNIVERSAL DO RÓQUENROLLLLLLLL...

E pra comemorar coloco aqui duas versões musicais daquele quarteto desconhecido, lá das bandas do oeste daquela ilha:

A versão que NÃO deu certo:


A versão que DEU certo:




VIDA ETERNA AO ROCK'N'ROLL

03 julho 2010

UI!!!

Eu não sei e nem quero saber nunca, mas os argentinos disseram que "tomar de 4" é mais gostoso.

16 junho 2010

Bom dia!



"Alguns 'cérebros' da Nação querem modificar nosso maravilhoso hino para levá-lo ao entendimento do povo, quando deveriam modificar o povo para que entendessem nosso maravilhoso hino."

14 junho 2010

APESAR.

Apesar de sonhar até mesmo o impossível
Apesar de sorrir sem ao menos ter motivos
Apesar de cantar para disfarçar o pranto
Continuo a afirmar que a felicidade existe...

Apesar de acreditar e as vezes ser traída
Apesar de gostar e não ser correspondida
Apesar de falar e não ser compreendida
Continuo a acreditar que a amizade existe...

Apesar do sol nem sempre estar presente
Apesar da brisa transformar-se em vento forte
Apesar da chuva muitas vezes ser agressiva
Continuo a admirar o explendor da natureza...

Apesar de conviver com tantas dúvidas
Apesar de me perder nas incertezas
Apesar de viver em eterna busca
Continuo a agradecer o dom da vida!!


(Autor desconhecido, mas eu gostaria de conhecer)

10 junho 2010

Muito sério!!




Falando sério
É bem melhor você parar com essas coisas
De olhar pra mim com olhos de promessas
Depois sorrir como quem nada quer

Você não sabe
Mas é que eu tenho cicatrizes que a vida fez
E tenho medo de fazer planos
De tentar e sofrer outra vez

Falando sério
Eu não queria ter você por um programa
E apenas ser mais uma em sua cama
Por uma noite apenas e nada mais

Falando sério
Entre nós dois tinha que haver mais sentimento
Não quero seu amor por um momento
E ter a vida inteira pra me arrepender

08 junho 2010

Meu Tarot pra hoje!

goze a vida!

O 9 de Copas emerge como arcano de conselho neste momento de sua vida, LULA. Trata-se de um aviso para que você possa gozar melhor os prazeres da vida, permitindo-se situações e encontros que lhe proporcionem felicidade. Você merece, após tantas coisas, passar por uma fase de satisfação do ego. Divirta-se! Procure, neste momento, afastar-se voluntariamente das coisas e pessoas que lhe causam desprazer. Estimule tudo o que lhe parecer satisfatório, principalmente no que diz respeito à satisfação dos sentidos: as coisas belas, gostosas, estimulantes. Observe também que, quando nos colocamos na direção da felicidade, muitas pessoas tentam nos dar opiniões insolicitadas, nem sempre com más intenções, que – se ouvidas – nos afastam dos nossos verdadeiros objetivos. Confiança, portanto, em sua própria intuição!

Conselho: Procure se dar prazer sem culpa. Curta a vida!

07 junho 2010

Você sabe como vai o Celso?

- Bom dia, é da recepção? Eu gostaria de falar com alguém que me desse informações sobre um paciente. Queria saber se certa pessoa está melhor ou piorou...

- Qual e o nome do paciente?

- Chama-se Celso e está no quarto 302.

- Um momentinho, vou transferir a ligação para o setor de enfermagem..

...

- Bom dia, sou a enfermeira Lourdes... O que deseja?

- Gostaria de saber as condições clínicas do paciente Celso do quarto 302, por favor!

- Um minuto, vou localizar o médico de plantão.

...

- Aqui é o Dr. Carlos plantonista. Em que posso ajudar?

- Olá, doutor. Precisaria que alguém me informasse sobre a saúde do Celso que está internado há três semanas no quarto 302.

- Ok, meu senhor, vou consultar o prontuário do paciente... Um instante só!

...

- Hummm! Aqui está: ele se alimentou bem hoje, a pressão arterial e pulso estão estáveis, responde bem à medicação prescrita e vai ser retirado do monitor cardíaco até amanhã. Continuando bem, o médico responsável assinará alta em três dias.

- Ahhhh, Graças a Deus! São notícias maravilhosas! Que alegria!

- Pelo seu entusiasmo, deve ser alguém muito próximo, certamente da família!?

- Não, sou o próprio Celso telefonando aqui do 302! É que todo mundo entra e sai deste quarto e ninguém me diz merda nenhuma. Eu só queria saber como estou...


Vi na Reichel.

31 maio 2010

Clarice Lispector.

"Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue; outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho...o de mais nada fazer."


26 maio 2010

Povo que eu amo...

Diálogo entre duas garotas, numa sala de espera (quando cheguei o papo já tava rolando):

Garota 1 - ...e a fulana disse que todos os que votaram no Lula votarão na Dilma, e a sicrana disse que gosto não se discute. Daí o professor disse que ignorância se discutia sim.

Garota 2 - ah, até que eu acho que o Lula não tá fazendo um mau governo...

Garota 1 - Eu não gosto dele, esse negócio de bolsa isso, bolsa aquilo é só pra enganar...

Garota 2 - Eu não conheço ninguém que receba a bolsa...

Garota 1 - Conhece sim! A fulana, aquela que é separada do marido...requereu a bolsa quando estava desempregada e com dois filhos...

Garota 2 - Ué?! Mas ela está trabalhando faz uns 2 anos, já!!!

Garota 1 - (risinho) então menina, mas parece que o governo não detectou isso ainda...e ela vai aproveitando, que não é boba nem nada!

Garota 2 - (risada)


(Captaram a mensagem, amados gurus?)

Baseado...em fatos, reais

"Na minha idade, quem disser que não (fumou maconha), ou estava num convento ou não está falando a verdade"

(Arthur Virgílio, Senador (PSDB-AM), no CQC).


17 maio 2010

Pochete ainda é o anticoncepcional mais eficaz, diz OMS.

Uma pesquisa da Organização Mundial da Saúde divulgada nesta sexta-feira indica que a pochete ainda é o anticoncepcional mais eficaz dentre os disponíveis no mercado. "Nenhum outro medicamento ou técnica contraceptiva chega perto do grau de funcionalidade desse simples artigo da vestuária masculina", escreveu o dr. Wilson M. Fannypack, responsável pela pesquisa.

Segundo o texto, homens que usam pochete tem entre 0,1% e 0,5% de chances de engravidar uma mulher -- ou seja, a eficácia da pochete pode chegar a 99,5%. O anticoncepcional em forma de medicamento mais popular não chega a 98% de eficácia.

"É uma vitória para a gente", diz o taxista Milton de Souza, que, apesar de ser alvo de brincadeiras de colegas, começou a usar pochete em 1981 e nunca mais parou. "Antes eu usava aquela carteira capanga debaixo do braço, mas não era a mesma coisa". O trabalhador informal Francisco Maurício Pereira, que ganha a vida consertando fogões e trocando gás de geladeiras, é outro que não larga de sua pochete. "A gente tem amigos que fizeram vasectomia e continuam tendo filhos. Só a pochete é garantia de que não vou levar nenhuma mulher para a cama".

Outros anticoncepcionais listados foram o Facebook e o Orkut. Segundo dr. Fannypack, casais que estão em redes sociais brigam cerca de 1 200% a mais que os grupos de controle. "Um simples 'Fulana curtiu isso' pode levar a duas semanas de jejum sexual", diz dr. Fannypack. O Twitter também foi citado, mas por outras razões. "Muitas pessoas ficam no Twitter o dia inteiro e esquecem de praticar o intercurso sexual".


Vi primeiro aqui, depois aqui.

09 maio 2010

É pouco, mães; mas é de coração...



E.T.: coloquei na programação pra publicar na primeira hora de 09 de Maio, mas o broguispoti me ferrou. Tá valendo ainda?

08 maio 2010

Se não são, tem vontade de ser, né?

Zlatan Ibrahimovic e Gerard Piqué

O atacante sueco Zlatan Ibrahimovic, do Barcelona, se irritou com uma pergunta de uma jornalista espanhola se era homossexual e pediu que ela e sua irmã fossem até sua casa para "conhecê-lo."

Barcelona se esquiva sobre foto polêmica com carícias entre jogadores

A repórter Laura Lago, da TV Telecinco, questionou o jogador em função de uma polêmica foto divulgada nos jornais espanhóis na quinta-feira em que Zlatan Ibrahimovic e o zagueiro Gerard Piqué "trocam carícias" em um local não conhecido.

"Venha até minha casa e vai ver se sou gay", disse Ibrahimovic. "Tudo bem, vou até a sua casa", respondeu a repórter. "E traga a sua irmã", acrescentou o atacante sueco.

Ainda não está claro onde ocorreu o fato entre Ibrahimovic e Piqué, que pode ter sido dentro do estacionamento do clube.

O site italiano "www.corriere.it" diz que a foto foi tirada por uma fã do Barcelona. Há uma semana, o time espanhol foi eliminado nas semifinais da Copa dos Campeões pela Inter de Milão.

Há pouco mais de dois anos, o atacante sueco Zlatan Ibrahimovic também foi envolvido em outro episódio pitoresco.

Durante o clássico italiano entre Milan e Inter de Milão, o jogador europeu, então na Inter, foi flagrado dando uma "secada" no atacante brasileiro Ronaldo, hoje no Corinthians, e que na época defendia o Milan.


06 maio 2010

hehehe...


Uma velhinha foi ao supermercado e colocou a ração de gato mais cara no carrinho.

A moça do caixa disse:

- Me desculpe, mas nós não podemos lhe vender a ração de gatos sem provas de que a senhora realmente tem gatos. Muitos idosos compram ração de gatos para comer, e a gerência quer provas de que a senhora esteja realmente comprando a ração para o seu gato.

A velhinha foi para casa, pegou o gato e o levou ao super mercado e eles então venderam a ração prá gato.

No dia seguinte, a velhinha foi ao supermercado novamente e comprou 12 dos mais caros biscoitos prá cachorro

A caixa, novamente, pediu provas de que ela realmente tinha um cachorro, explicando que os idosos costumavam comer comida de cachorro.

Frustrada, ela foi para casa e voltou com seu cachorro, e pôde levar os biscoitos.

No outro dia, a velhinha voltou ao supermercado trazendo uma caixa com um buraco na tampa e pediu para a moça colocar o dedo no buraco.

A moça do caixa disse:

- Não! pode ter uma cobra aí dentro !!!

A velhinha lhe assegurou que não tinha cobra de estimação, e que não havia nada na caixa que pudesse mordê-la..

Então a moça do caixa enfiou o dedo no buraco, tirou, cheirou e disse:

-Hummmmmm... mas isto é merda!!!

A velhinha então sorriu de orelha a orelha e confirmou:

-É merda mesmo! Agora, minha querida, eu posso comprar três rolos de papel higiênico???


Por email, do Rômulo.

04 maio 2010

Escrito nas estrelas.



Oh, bela Lana
Eu disse à minha mãe
e à meu pai
que o que eu tive
foi a mais doce
e a mais pura
garotinha
no mundo

Oh La-La-La-La Lana
La-La-La-La Lana
Hey Hey Lana
He- He- hey

O- Oh Lana
Não me deixe triste
O- Oh Lana
Você não sabe
Você não sabe
Eu te amo

Oh bela Lana
Você não sabe que eu quero
te abraçar e te beijar?
Fazer com que você saiba que eu sinto sua falta
enquanto você está longe

Oh meu coração
Tudo o que ele pode dizer:
L-A-N-A
L-A-N-A
L-A-N-A
L-A-N-A

Oh La-La-La-La Lana
La-La-La-La-Lana
Oh La-La-La-La Lana
La-La-La-La Lana
Hey Hey Lana
He- He- hey

Auto Estima.



" - Se um dia alguém fizer com que se quebre a visão bonita que você tem de si, com muita paciência e amor reconstrua-a.

Assim como o artesão recupera a sua peça mais valiosa que caiu no chão, sem duvidar de que aquela é a tarefa mais importante, você é a sua criação mais valiosa. Não olhe para trás. Não olhe para os lados. Olhe somente para dentro, para bem dentro de você e faça dali o seu lugar de descanso, conforto e recomposição. Crie este universo agradável para si.

O mundo agradecerá o seu trabalho."

(Brahma Kumaris)

24 abril 2010

Xiiiiii!!!

O prisioneiro escapa do presídio, após 15 anos enclausurado.
Durante a fuga, arromba e entra em uma casa e dá de cara com um jovem casal deitado na cama.
Puxa o cara, o amarra numa poltrona e depois amarra a mulher de bruços na cama.
O marido vê o bandido deitar-se sobre ela, beijar-lhe a nuca e logo depois levantar-se e ir ao banheiro.
Enquanto ele estava lá, o marido diz à ela:

- Amor, ouça, esse cara é um prisioneiro, olhe suas roupas! Ele provavelmente passou muito tempo na prisão e há anos não vê uma mulher, por isso te beijou a nuca. Se ele quiser sexo não resista, não reclama e apenas faça o que ele mandar, dê prazer a ele para que ele se satisfaça e vá embora nos deixando vivos. Esse cara deve ser perigoso, se ele se zangar, nos mata...Seja forte, amor, eu te amo!!!...

A mulher responde:

- Estou feliz que você pense assim. Com certeza ele não vê uma mulher há anos, mas ele não estava beijando minha nuca, estava cochichando em meu ouvido. Ele me falou que te achou muito sexy e gostoso e perguntou se temos vaselina no banheiro. Seja forte, amor. Eu também te amo...!!!

MORAL: No dos outros é refresco.

Por email, da Jussara.

19 abril 2010

Gauchada...tchê!

O gauchão entra no boteco, lá no Itaqui, e vê os preços num cartaz:

Canha_____________________________________ R$ 1,00

Cerveja____________________________________ R$ 2,50

Pastel_____________________________________ R$ 2,00

Sanduíche de galinha___________________________R$ 3,00

Massagem no órgão sexual_______________________ R$ 15,00

Checando a carteira para não passar vergonha, ele vai até o balcão e chama uma das três gurias que ali estão servindo:

- Ô guria, com licença...

- Sim? - responde ela com um sorriso lindo - Em que posso servir?

- É tu que massageia os órgão sexual dos freguês?

- Sou eu mesma...responde ela, com voz caliente e um olhar bem
sensual...

- Então, tu lava bem as mão e me serve um pastel!!! Nós, do Itaqui, semo grosso mas temo higiene!


Por email da Mari.


Post Scriptum:


GAUDÊNCIO, gaúcho guapo , e sua mulher estavam na estrada viajando. A mulher de repente vira-se e diz:

- Eu quero o divórcio. Estou tendo um caso com seu melhor amigo, ele é muito melhor na cama, e resolvi largar você e ficar definitivamente com ele.

GAUDÊNCIO ficou branco, ajeitou a camiseta do DESAFIO DE TROVADORES, já meio surrada, furada embaixo do braço e não disse nada, mas começa a acelerar o carro até os 80 Km/h.

A mulher continua:
- E eu quero ficar com a fazenda, com a guarda das crianças e os cartões de crédito.

GAUDÊNCIO continua calado e acelera até 90 Km/h.

Ela continua:
- E quero também o barco, a casa de campo e as jóias…

Ele chega a 100 Km/h ainda sem dizer nada.

Ela vai em frente e diz:
- O título do clube, o dinheiro dos investimentos e o carro também.

110 km/h, 120 km/h… Como ele ainda não fala nada ela pergunta:

- E você? Não vai dizer nada?

GAUDÊNCIO, triste, humilhado, o gaúcho guapo, finalmente responde enquanto o carro vai chegando perto dos 130 km/h:

- Não, não quero nada. Tenho tudo que eu preciso… E o que eu tenho, você NÃO tem e nunca terá.

Ela dá uma risadinha, debochada, olha pra ele e pergunta:

- É mesmo? E o que é que você tem?

GAUDÊNCIO dá um sorriso, aponta o carro para uma árvore e responde:

- Airbag!


Surrupiada descaradamente do Parente do Sur.

16 abril 2010

Após 20 anos de casamento...

Maridão chega em casa cheio de amor pra dar.
Mulher já deitada na cama, ele toma um banho rápido, devagarinho se aconchega e:
- Amor, quero amá-la
Ela, sonolenta - esqueceu que sua irmã esteve aqui ontem e pediu a mala emprestada?
Ele - não querida, eu vou amar-te
Ela - Vá pra marte, pra vênus, pra júpiter ou pra puta que pariu mas me deixa dormir que to com sono.

14 abril 2010

(Sob uma outra perspectiva)

Assunto: Quo Vadis, Brasil?
ARTIGO DE FLÁVIO AGUIAR

Durante décadas o Brasil flertou com o futuro e se afundou no passado. O último naufrágio se deu durante o governo Fernando Henrique, que terminou em clima de catástrofe. Deve-se perguntar por quê.

Fernando Henrique tinha tudo para capitalizar, por exemplo, o fim da inflação macro-pluviométrica que pulverizava a vida dos mais pobres, por exemplo. Mas não conseguiu. Ele (e não se deve esquecer o ex-ministro do Planejamento, José Serra) saiu do atoleiro para morrer no pântano. Que pântano? O das suas idéias.

Que idéias eram essas? Apesar de alguns pontos positivos (é bom não esquecer que FHC foi dos primeiros governantes a condenar o golpe contra Hugo Chávez em 2002), em geral a “era FHC” é marcada por uma acentuada visão (ao invés de teoria...) de dependência em relação à orquestra de câmera das “principais” economias do mundo – o ocidental, é claro. De lá para cá, do lado dos políticos, arautos midiáticos, diplomatas (em geral aposentados) e outros aliados do campo da direita brasileira, acentuou-se esse viés, vezo, mania, monomania, sei lá, se querer trazer o Brasil “de volta” ao aprisco dos “grandes”, como ovelha temerosa diante de alcatéias de lobos vorazes. Esse movimento pode ter-se acentuado por mero oportunismo crítico diante das medidas ousadas, algumas inovadoras, da política externa do governo Lula.

Mas fica claro também que o sustentáculo desse “senso de oportunidade” é mesmo uma visão anacrônica do mundo em que vivemos, dominado hoje por uma rápida mudança de padrões e paradigmas em termos de política internacional.

É claro que o mundo continua governado pelos Estados Unidos, tanto por seu peso militar como econômico. Mas os pesos hoje e as medidas são muito diversas das de 20 ou 30 anos atrás. Nenhuma medida de peso será tomada, em escala planetária, sem, para dizer o mínimo, a complacência de Washington. Mas essa complacência teve de se ampliar muito, e não só pelo peso da China nos negócios internos e externos dos EUA.

O G-8 sucumbiu perante o contraste da grandeza de suas intenções e a pequenez política a que se viu reduzido, com a crise que lhe corroeu as principais economias. Teve de sair de sua bacia e mergulhar na sanga meio descontrolada, mas inevitável, do G-20, pois sem o concurso dos outros países desse grupo ampliado, permaneceria impotente.

Para ficarmos com foco no Brasil: ao contrário do que apregoam os críticos ferozes da nossa política externa de hoje, os Estados Unidos tiveram de projetar uma nova paisagem comercial em relação a nós ( no que toca ao algodão, por exemplo) e também tiveram de projetar um novo acordo de cooperação nos campos da defesa e no militar. Além disso, é manifesto que Washington se preocupa com a questão nuclear no Irã, e por isso mesmo está positivamente atento às conversações entre Brasília e Teerã. De todo modo, deve-se perguntar: por que raios o Brasil não ia conversar com Teerã, quando este está a fazer negócios e acordo com Caracas, ao lado da Rússia? E o Brasil teria por acaso de mandar seu cardeal primaz abençoar as bases norte-americanas na Colômbia? Ou abrir caminho para a instalação de uma base norte-americana na tríplice fronteira?

Dentro dessa perspectiva, uma vitória das oposições na eleição de 2010 significaria um tremendo recuo no tempo e no espaço para o Brasil. O povo terá que decidir também sobre o rumo que o país tomará na nova paisagem internacional.

Flávio Aguiar é correspondente internacional da Carta Maior em Berlim

08 abril 2010

Os 10 Mandamentos.

Os Mandamentos abaixo elencados têm um denominador comum: todos já foram experimentados e estão sendo aplicados em diversas regiões do mundo, setores ou instâncias de atividade. São iniciativas que deram certo, e cuja generalização, com as devidas adaptações e flexibilidade em função da diversidade planetária, é hoje viável. O artigo é de Ladislau Dowbor (foto).

Como sociedade, desejamos não somente sobreviver, mas viver com qualidade de vida, e porque não, com felicidade. E isto implica elencarmos de forma ordenada os resultados mínimos a serem atingidos, com os processos decisórios correspondentes. Os Mandamentos abaixo elencados têm um denominador comum: todos já foram experimentados e estão sendo aplicados em diversas regiões do mundo, setores ou instâncias de atividade. São iniciativas que deram certo, e cuja generalização, com as devidas adaptações e flexibilidade em função da diversidade planetária, é hoje viável. Não temos a ilusão relativamente à distância entre a realidade política de hoje e as medidas sistematizadas abaixo. Mas pareceu-nos essencial, de toda forma, elencar de forma organizada as medidas necessárias, pois ter um norte mais claro ajuda na construção de uma outra governança planetária. Não estão ordenadas por ordem de importância, pois a maioria tem implicações simultâneas e dimensões interativas. Mas todos os mandamentos deverão ser obedecidos, pois a ira dos elementos nos atingirá a todos, sem precisar esperar a outra vida.

Considerando que a obediência à versão original dos Dez Mandamentos foi apenas aleatória, desta vez o Autor teve a prudência de acrescentar a cada Mandamento uma nota de explicação, destinada em particular aos impenitentes.


I – Não comprarás os Representantes do Povo
Resgatar a dimensão pública do Estado: Como podemos ter mecanismos reguladores que funcionem se é o dinheiro das corporações a regular que elege os reguladores? Se as agências que avaliam risco são pagas por quem cria o risco? Se é aceitável que os responsáveis de um banco central venham das empresas que precisam ser reguladas, e voltem para nelas encontrar emprego?

Uma das propostas mais evidentes da última crise financeira, e que encontramos mencionada em quase todo o espectro político, é a necessidade de se reduzir a capacidade das corporações privadas ditarem as regras do jogo. A quantidade de leis aprovadas no sentido de reduzir impostos sobre transações financeiras, de reduzir a regulação de banco central, de autorizar os bancos a fazerem toda e qualquer operação, somado com o poder dos lobbies financeiros tornam evidente a necessidade de se resgatar o poder regulador do estado, e para isto os políticos devem ser eleitos por pessoas de verdade, e não por pessoas jurídicas, que constituem ficções em termos de direitos humanos. Enquanto não tivermos financiamento público das campanhas, políticas que representem os interesses dos cidadãos, prevalecerão os interesses econômicos de curto prazo, os desastres ambientais e a corrupção.

II – Não Farás Contas erradas
As contas têm de refletir os objetivos que visamos. O PIB indica a intensidade do uso do aparelho produtivo, mas não nos indica a utilidade do que se produz, para quem, e com que custos para o estoque de bens naturais de que o planeta dispõe. Conta como aumento do PIB um desastre ambiental, o aumento de doenças, o cerceamento de acesso a bens livres. O IDH já foi um imenso avanço, mas temos de evoluir para uma contabilidade integrada dos resultados efetivos dos nossos esforços, e particularmente da alocação de recursos financeiros, em função de um desenvolvimento que não seja apenas economicamente viável, mas também socialmente justo e ambientalmente sustentável. As metodologias existem, aplicadas parcialmente em diversos países, setores ou pesquisas.

A ampliação dos indicadores internacionais como o IDH, a generalização de indicadores nacionais como os Calvert-Henderson Quality of Life Indicators nos Estados Unidos, as propostas da Comissão Stiglitz/Sen/Fitoussi, o movimento FIB – Felicidade Interna Bruta – todos apontam para uma reformulação das contas. A adoção em todas as cidades de indicadores locais de qualidade de vida – veja-se os Jacksonville Quality of Life Progress Indicators – tornou-se hoje indispensável para que seja medido o que efetivamente interessa: o desenvolvimento sustentável, o resultado em termos de qualidade de vida da população. Muito mais do que o produto (output), trata-se de medir o resultado (outcome).

III – Não Reduzirás o Próximo à Miséria
Algumas coisas não podem faltar a ninguém. A pobreza crítica é o drama maior, tanto pelo sofrimento que causa em si, como pela articulação com os dramas ambientais, o não acesso ao conhecimento, a deformação do perfil de produção que se desinteressa das necessidades dos que não têm capacidade aquisitiva. A ONU calcula que custaria 300 bilhões de dólares (no valor do ano 2000) tirar da miséria um bilhão de pessoas que vivem com menos de um dólar por dia. São custos ridículos quando se considera os trilhões transferidos para grupos econômicos financeiros no quadro da última crise financeira. O benefício ético é imenso, pois é inaceitável morrerem de causas ridículas 10 milhões de crianças por ano. O benefício de curto e médio prazo é grande, na medida em que os recursos direcionados à base da pirâmide dinamizam imediatamente a micro e pequena produção, agindo como processo anticíclico, como se tem constatado nas políticas sociais de muitos países. No mais longo prazo, será uma geração de crianças que terão sido alimentadas decentemente, o que se transforma em melhor aproveitamento escolar e maior produtividade na vida adulta. Em termos de estabilidade política e de segurança geral, os impactos são óbvios. Trata-se do dinheiro mais bem investido que se possa imaginar, e as experiências brasileira, mexicana e de outros países já nos forneceram todo o know-how correspondente. A teoria tão popular de que o pobre se acomoda se receber ajuda, é simplesmente desmentida pelos fatos: sair da miséria estimula, e o dinheiro é simplesmente mais útil onde é mais necessário.

IV – Não Privarás Ninguém do Direito de Ganhar o seu Pão
Universalizar a garantia do emprego é viável. Toda pessoa que queira ganhar o pão da sua família deve poder ter acesso ao trabalho. Num planeta onde há um mundo de coisas a fazer, inclusive para resgatar o meio ambiente, é absurdo o número de pessoas sem acesso a formas organizadas de produzir e gerar renda. Temos os recursos e os conhecimentos técnicos e organizacionais para assegurar, em cada vila ou cidade, acesso a um trabalho decente e socialmente útil. As experiências de Maharashtra na Índia demonstraram a sua viabilidade, como o mostram as numerosas experiências brasileiras, sem falar no New Deal da crise dos anos 1930. São opções onde todos ganham: o município melhora o saneamento básico, a moradia, a manutenção urbana, a policultura alimentar. As famílias passam a poder viver decentemente, e a sociedade passa a ser melhor estruturada e menos tensionada. Os gastos com seguro-desemprego se reduzem. No caso indiano, cada vila ou cidade é obrigada a ter um cadastro de iniciativas intensivas em mão de obra.

Dinheiro emprestado ou criado desta forma representa investimento, melhoria de qualidade de vida, e dá excelente retorno. E argumento fundamental: assegura que todos tenham o seu lugar para participar na construção de um desenvolvimento sustentável. Na organização econômica, além do resultado produtivo, é essencial pensar no processo estruturador ou desestruturador gerado. A pesca oceânica industrial pode ser mais produtiva em volume de peixe, mas o processo é desastroso, tanto para a vida no mar como para centenas de milhões de pessoas que viviam da pesca tradicional. A dimensão de geração de emprego de todas as iniciativas econômicas tem de se tornar central. Assegurar a contribuição produtiva de todos, ao mesmo tempo que se augmenta gradualmente o salário mínimo e se reduz a jornada, leva simplesmente a uma prosperidade mais democrática.

V – Não Trabalharás Mais de Quarenta Horas
Podemos trabalhar menos, e trabalharemos todos, com tempo para fazermos mais coisas interessantes na vida. A sub-utilização da força de trabalho é um problema planetário, ainda que desigual na sua gravidade. No Brasil, conforme vimos, com 100 milhões de pessoas na PEA, temos 31 milhões formalmente empregadas no setor privado, e 9 milhões de empregados públicos. A conta não fecha. O setor informal situa-se na ordem de 50% da PEA. Uma imensa parte da nação “se vira” para sobreviver. No lado dos empregos de ponta, as pessoas não vivem por excesso de carga de trabalho. Não se trata aqui de uma exigência de luxo: são incontáveis os suicídios nas empresas onde a corrida pela eficiência se tornou simplesmente desumana. O stress profissional está se tornando uma doença planetária, e a questão da qualidade de vida no trabalho passa a ocupar um espaço central. A redistribuição social da carga de trabalho torna-se hoje uma necessidade. As resistências são compreensíveis, mas a realidade é que com os avanços da tecnologia os processos produtivos tornam-se cada vez menos intensivos em mão de obra, e reduzir a jornada é uma questão de tempo. Não podemos continuar a basear o nosso desenvolvimento em ilhas tecnológicas ultramodernas enquanto se gera uma massa de excluídos, inclusive porque se trata de equilibrar a remuneração e, consequentemente, a demanda. A redução da jornada não reduzirá o bem estar ou a riqueza da população, e sim a deslocará para novos setores mais centrados no uso do tempo livre, com mais atividades de cultura e lazer. Não precisamos necessariamente de mais carros e de mais bonecas Barbie, precisamos sim de mais qualidade de vida.

VI – Não Viverás para o Dinheiro
A mudança de comportamento, de estilo de vida, não constitui um sacrifício, e sim um resgate do bom senso. Neste planeta de 7 bilhões de habitantes, com um aumento anual da ordem de 75 milhões, toda política envolve também uma mudança de comportamento individual e da cultura do consumo. O respeito às normas ambientais, a moderação do consumo, o cuidado no endividamento, o uso inteligente dos meios de transporte, a generalização da reciclagem, a redução do desperdício – há um conjunto de formas de organização do nosso cotidiano que passa por uma mudança de valores e de atitudes frente aos desafios econômicos, sociais e ambientais.

No apagão energético do final dos anos 90 no Brasil, constatou-se como uma boa campanha informativa, o papel colaborativo da mídia, e a punição sistemática dos excessos permitiu uma racionalização generalizada do uso doméstico da energia. Esta dimensão da solução dos problemas é essencial, e envolve tanto uma legislação adequada, como sobretudo uma participação ativa da mídia.

Hoje 95% dos domicílios no Brasil têm televisão, e o uso informativo inteligente deste e de outros meios de comunicação tornou-se fundamental. Frente aos esforços necessários para reequilibrar o planeta, não basta reduzir o martelamento publicitário que apela para o consumismo desenfreado, é preciso generalizar as dimensões informativas dos meios de comunicação. A mídia científica praticamente desapareceu, os noticiários navegam no atrativo da criminalidade, quando precisamos vitalmente de uma população informada sobre os desafios reais que enfrentamos. A pergunta a se fazer a cada ato de conusmo, não é só se “é bom para mim”, mas se é bem para o planeta e o bem comum, e buscar um equilíbrio razoável. A opção individual é essencial, mas não suficiente.

Grande parte da mudança do comportamento individual depende de ações públicas: as pessoas não deixarão o carro em casa (ou deixarão de tê-lo) se não houver transporte público, não farão reciclagem se não houver sistemas adequados de coleta. Precisamos de uma política pública de mudança do comportamento individual.

VII – Não Ganharás Dinheiro com o Dinheiro dos Outros
Racionalizar os sistemas de intermediação financeira é viável. A alocação final dos recursos financeiros deixou de ser organizada em função dos usos finais de estímulo e orientação de atividades econômicas e sociais, para obedecer às finalidades dos próprios intermediários financeiros. A atividade de crédito é sempre uma atividade pública, seja no quadro das instituições públicas, seja no quadro dos bancos privados que trabalham com dinheiro do público, e que para tanto precisam de uma carta-patente que os autorize a ganhar dinheiro com dinheiro dos outros. A recente crise financeira de 2008 demonstrou com clareza o caos que gera a ausência de mecanismos confiáveis de regulação no setor. Nas últimas duas décadas, temos saltado de bolha em bolha, de crise em crise, sem que a relação de forças permita a reformulação do sistema de regulação em função da produtividade sistêmica dos recursos. Enquanto não se gera uma relação de forças mais favorável, precisamos batalhar os sistemas nacionais de regulação financeira. O dinheiro não é mais produtivo onde rende mais para o intermediário: devemos buscar a produtividade sistêmica de um recurso que é público.

A Coréia do Sul abriu recentemente um financiamento de 36 bilhões de dólares para financiar transporte coletivo e alternativas energéticas, gerando com isto 960 mil empregos. O impacto positivo é ambiental pela redução de emissões, é anti-cíclico pela dinamização da demanda, é social pela redução do desemprego e pela renda gerada, é tecnológico pelas inovações que gera nos processos produtivos mais limpos. Tem inclusive um impacto raramente considerado, que é a redução do tempo vida que as pessoas desperdiçam no transporte. Trata-se aqui, evidentemente, de financiamento público, pois os bancos comerciais não teriam esta preocupação, nem esta visão sistêmica. (UNEP,Global Green New Deal, 2009). Em última instância, os recursos devem ser tornados mais acessíveis segundo que os objetivos do seu uso sejam mais produtivos em termos sistêmicos, visando um desenvolvimento mais inclusivo e mais sustentável. A intermediação financeira é um meio, não é um fim.

Particular atenção precisa ser dada aos intermediários que ganham apenas nos fluxos entre outros intermediários – com papéis que representam direitos sobre outros papéis – e que têm tudo a ganhar com a maximização dos fluxos, pois são remunerados por comissões sobre o volume e ganhos, e geram portanto volatilidade e pro-ciclicidade, com os monumentais volumes que nos levaram por exemplo a valores em derivativos da ordem de 863 trilhões de dólares em junho de 2008, 15 vezes o PIB mundial. A intermediação especulativa – diferentemente das intermediação de compras e vendas entre produtores e utilizadores finais – apenas gera uma pirâmide especulativa e insegurança, além de desorganizar os mercados e as políticas econômicas (1).

VIII – Não Tributarás Boas Iniciativas
A filosofia do imposto, de quem se cobra, e a quem se aloca, precisa ser revista. Uma política tributária equilibrada na cobrança, e reorientada na aplicação dos recursos, constitui um dos instrumentos fundamentais de que dispomos, sobretudo porque pode ser promovida por mecanismos democráticos. O eixo central não está na redução dos impostos, e sim na cobrança socialmente mais justa e na alocação mais produtiva em termos sociais e ambientais. A taxação das transações especulativas (nacionais ou internacionais) deverá gerar fundos para financiar uma série de políticas essenciais para o reequilíbrio social e ambiental. O imposto sobre grandes fortunas é hoje essencial para reduzir o poder político das dinastias econômicas (10% das famílias do planeta é dono de 90% do patrimônio familiar acumulado no planeta). O imposto sobre a herança é fundamental para dar chances a partilhas mais equilibradas para as sucessivas gerações. O imposto sobre a renda deve adquirir mais peso relativamente aos impostos indiretos, com alíquotas que permitam efetivamente redistribuir a renda. É importante lembrar que as grandes fortunas do planeta em geral estão vinculadas não a um acréscimo de capacidades produtivas do planeta, e sim à aquisição maior de empresas por um só grupo, gerando uma pirâmide cada vez mais instável e menos governável de propriedades cruzadas, impérios onde a grande luta é pelo controle do poder financeiro, político e midiático, e a apropriação de recursos naturais.

O sistema tributário tem de ser reformulado no sentido anti-cíclico, privilegiando atividades produtivas e penalizando as especulativas; no sentido do maior equilíbrio social ao ser fortemente progressivo; e no sentido de proteção ambiental ao taxar emissões tóxicas ou geradoras de mudança climática, bem como o uso de recursos naturais não renováveis (2).

O poder redistributivo do Estado é grande, tanto pelas políticas que executa – por exemplo as políticas de saúde, lazer, saneamento e outras infra-estruturas sociais que melhoram o nível de consumo coletivo – como pelas que pode fomentar, como opções energéticas, inclusão digital e assim por diante. Fundamental também é a política redistributiva que envolve política salarial, de previdência, de crédito, de preços, de emprego.

A forte presença das corporações junto ao poder político constitui um dos entraves principais ao equilíbrio na alocação de recursos. O essencial é assegurar que todas as propostas de alocação de recursos sejam analisadas pelo triplo enfoque econômico, social e ambiental. No caso brasileiro, constatou-se com as recentes políticas sociais (“Bolsa-Família”, políticas de previdência etc.) que volumes relativamente limitados de recursos, quando chegam à “base da pirâmide”, são incomparavelmente mais produtivos, tanto em termos de redução de situações críticas e consequente aumento de qualidade de vida, como pela dinamização de atividades econômicas induzidas pela demanda local. A democratização aqui é fundamental. A apropriação dos mecanismos decisórios sobre a alocação de recursos públicos está no centro dos processos de corrupção, envolvendo as grandes bancadas corporativas, por sua vez ancoradas no financiamento privado das campanhas.

IX – Não Privarás o Próximo do Direito ao Conhecimento
Travar o acesso ao conhecimento e às tecnologias sustentáveis não faz o mínimo sentido. A participação efetiva das populações nos processos de desenvolvimento sustentável envolve um denso sistema de acesso público e gratuito à informação necessária. A conectividade planetária que as novas tecnologias permitem constitui uma ampla via de acesso direto. O custo-benefício da inclusão digital generalizada é simplesmente imbatível, pois é um programa que desonera as instâncias administrativas superiores, na medida em que as comunidades com acesso à informação se tornam sujeitos do seu próprio desenvolvimento. A rapidez da apropriação deste tipo de tecnologia até nas regiões mais pobres se constata na propagação do celular, das lan houses mais modestas. O impacto produtivo é imenso para os pequenos produtores que passam a ter acesso direto a diversos mercados tanto de insumos como de venda, escapando aos diversos sistemas de atravessadores comerciais e financeiros. A inclusão digital generalizada é um destravador potente do conjunto do processo de mudança que hoje se torna indispensável.

O mundo frequentemente esquece que 2 bilhões de pessoas ainda cozinham com lenha, área em que há inovações significativas no aproveitamento calórico por meio de fogões melhorados. Tecnologias como o sistema de cisternas do Nordeste, de aproveitamento da biomassa, de sistemas menos agressivos de proteção dos cultivos etc., constituem um vetor de mudança da cultura dos processos produtivos. A criação de redes de núcleos de fomento tecnológico online, com ampla capilaridade, pode se inspirar da experiência da Índia, onde foram criados núcleos em praticamente todas as vilas do país. O World Economic and Social Survey 2009 é particularmente eloquente ao defender a flexibilização de patentes no sentido de assegurar ao conjunto da população mundial o acesso às informações indispensáveis para as mudanças tecnológicas exigidas por um desenvolvimento sustentável.

X – Não Controlarás a Palavra do Próximo
Democratizar a comunicação tornou-se essencial. A comunicação é uma das áreas que mais explodiu em termos de peso relativo nas transformações da sociedade. Estamos em permanência cercados de mensagens. As nossas crianças passam horas submetidas à publicidade ostensiva ou disfarçada. A indústria da comunicação, com sua fantástica concentração internacional e nacional - e a sua crescente interação entre os dois níveis - gerou uma máquina de fabricar estilos de vida, um consumismo obsessivo que reforça o elitismo, as desigualdades, o desperdício de recursos como símbolo de sucesso. O sistema circular permite que os custos sejam embutidos nos preços dos produtos que nos incitam a comprar, e ficamos envoltos em um cacarejo permanente de mensagens idiotas pagas do nosso bolso. Mais recentemente, a corporação utiliza este caminho para falar bem de si, para se apresentar como sustentável e, de forma mais ampla, como boa pessoa. O espectro eletromagnético em que estas mensagens navegam é público, e o acesso a uma informação inteligente e gratuita para todo o planeta, é simplesmente viável. Expandindo gradualmente as inúmeras formas alternativas de mídia que surgem por toda parte, há como introduzir uma cultura nova, outras visões de mundo, cultura diversificada e não pasteurizada, pluralismo em vez de fundamentalismos religiosos ou comerciais.

O fato que mais inspira esperança é a multiplicação impressionante de iniciativas nos planos da tecnologia, dos sistemas de gestão local, do uso da internet para democratizar o conhecimento, da descoberta de novas formas de produção menos agressivas, de formas mais equilibradas de acesso aos recursos. O Brasil neste plano tem mostrado que começar a construir uma vida mais digna para o “andar de baixo”, para os dois terços de excluídos, não gera tragédias para os ricos. Inclusive, numa sociedade mais equilibrada, todos passarão a viver melhor. Tolerar um mundo onde um bilhão de pessoas passam fome, onde 10 milhões de crianças morrem anualmente de causas ridículas, e onde se dilapidam os recursos naturais das próximas gerações, em proveito de fortunas irresponsáveis, já não é possível.

Nesta época interativa, o Altíssimo declarou-se disposto a considerar outros Mandamentos. Sendo o Secretariado do Altíssimo hoje bem equipado, os que por acaso tenham sugestões ou necessitem consultar documentos mais completos, poderão se instruir com outros Assessores, em linha direta sob www.criseoportunidade.wordpress.com. Críticas, naturalmente, deverão ser endereçadas a Instâncias Superiores. Apreciações positivas e sugestões de outros Mandamentos poderão ser enviadas ao blog acima citado, ou no e-mail ladislau@dowbor.org

05 abril 2010

Bom dia!

Piadinha enviada por email pela querida Mari (que desdenha, mas quer comprar. hehehehe)

O cara muito doidão saiu gritando pelas ruas:
- "Presidente filho da puta! "
- "Ô presidente filho da puta! "
- "Êta presidente filho de uma puuutaaa!! "
Um policial federal que ia passando pela rua agarrou o cara pelo braço..
- "Tá em cana. Tá preso malandro. Tu vai ver o sol nascer quadrado. Desacato à Autoridade ... "
O cara assustado diz:
- "Ué, por que tô em cana?"
O policial:
- "Tá chamando o presidente de filho da puta e não quer ser preso?"
O cara:
- "Eeepaah! pera aí. O presidente que to falando é o presidente do meu time, aquele safado ".
O policial:
- "Não vem querer disfarçar, não. Presidente filho da puta só tem um."

31 março 2010

A Cabala, meu dia de nascimento e eu.

DIA 29 - DIA DA ESPIRITUALIDADE

Quem nasce neste dia e souber orientar sua vida para o bem, conseguirá tudo o que desejar, pois o número 29 tem a característica de imprimir força ao nativo.

É um extremista: o 2 e o 9 levam-no ao estado de euforia ou à melancolia.

Tem grande capacidade auditiva e senso variado de humor, podendo em questão de segundos ir da alegria contagiante à mais negativa das formas: a violência.

É um ser altamente espiritualizado e as pessoas que com ele convivem devem também comungar de seus ideais, pois caso contrário podem-se tornar seus inimigos. (é +- por aí)

Para conseguir se realizar usa de imaginação, brandura de modos (quando não o contrariam) além de elevado espírito de conciliação. Como é moral e intelectualmente elevado, usa a fé, o idealismo e o conhecimento inspirado para atingir seus objetivos, seus ideais. (na bucha! hehehe)

Sendo extremista, está sujeito a muitas mudanças comportamentais ao longo de sua duradoura vida e, por isso, deve procurar interesses definidos e manter o ânimo calmo e equilibrado, pois a sua normal agitação o torna disperso, provocando muitos começos e poucos fins.

Há uma grande tendência a se voltar para a religião ou esoterismo após os 45 anos e deve cuidar para não cair no fanatismo e também não induzir os demais, pois como é inspirado e cativante, tem facilidade de convencer quem quer que seja. Para ter sucesso na vida, necessita de harmonia em tudo e com todos, pois tem muita dificuldade em se situar no meio termo. 29 é o número do casamento e dos divórcios ou separações. (póim!)

Pode sofrer inúmeras decepções amorosas e, se encontrar a sua 'cara metade', normalmente casa-se cedo. Porém necessita controlar suas emoções e evitar atitudes apaixonadas, pois as uniões desfeitas causam-lhe imensos sofrimentos e dificuldades para se ajustar a uma nova relação.

Apesar de ser um pacifista, diplomata e conciliador, pode se tornar agressivo fisicamente, quando os seus princípios são violados ou as coisas não correm como gostaria, causando-lhe grande perda de energia e levando-o a se tornar irascível e até insuportável.

As frustrações, desenganos e derrotas eventuais podem lhe causar perturbações estomacais e demais órgãos do aparelho digestivo, ou mesmo moléstias de difícil diagnóstico e que se curam de maneira misteriosa. Tem tendência à obesidade e, por isso, deve controlar a alimentação e bebida. Fumar lhe é altamente prejudicial à saúde.

(Mas não é que sou eu mesmo?)


Valeu Rê.

21 março 2010

Filosofia de boteco.

"Se um dia vc quiser saber quem te ama mais, se sua mulher ou seu cachorro, tranque os dois por uma hora no porta-malas de seu carro e logo que abrir veja quem sai de lá mais feliz por te rever."

(Ouvi ontem e TIVE que postar)

19 março 2010

Vida real?

Walter C. (famoso W.C. pra nós) é um cara que fumou durante 35 anos. Nunca teve problemas de saúde que não fosse uma gripe, um entorse ou estiramento jogando o futiba sagrado de todo fim de semana, e quando não podia jogar por causa disso chorava como criança.
Pressão arterial 12 x 8, glicose no sangue zero bala, raciocínio puro e fluente. Resolveu, depois de muita insistência de médico amigo, visitá-lo pra uma consulta, só pra tirar qualquer dúvida que pudesse advir em algum momento de ressaca na manhã seguinte à uma noite regada a vódka e cerveja.

Foi aconselhado seriamente que deveria parar de fumar.

W.C. amava o seu hollywood, queimava um e meio maço por dia com enorme prazer e satisfação; tomava um monte de café no trabalho sem nenhuma vontade, do café ou de fumar, só pra "fazer bico" (dizia ele) pro querido cigarrinho. Mas como o médico, além de bom amigo e companheiro da cervejinha de toda noite o assustara, deixou. Médico amigo disse que ele poderia substituir o "veneninho" por balinhas, quando sentisse vontade. E assim ele fez.

Viciou-se nas 'balinhas' e delas passou pros bombonzinhos, que não mais o satisfazendo, levaram-no pras barras de chocolate. Um ano depois W.C. engordou como um porco reservado pro abatedouro. Parara com o futebol society, reduzira drásticamente a cerveja - dizendo que porisso engordara - ...e teve um enfarte seguido de outro, já no hospital, com a pressão à 18 x 10, diabético e com problemas nos rins.

Médico amigo - com o cigarro numa mão e um copo de cerveja na outra - nos disse que se ele não tivesse parado de fumar o primeiro enfarte teria sido fulminante, no que eu respondi que fulminante fora a consulta que W.C. lhe fizera tempos antes, não fosse isso o tal 'enfarte fulminante', se ocorresse, teria justificativa lógica; que graças à Deus W.C. não morreu com os enfartes, morreu sim para a vida que sempre levara, fumando prazerosamente, praticando seu esporte preferido aos finais de semana, tomando suas cevinhas geladinhas, mantendo o corpinho sequinho e gostoso de bailarino espanhol que sempre teve (palavras do próprio). Morreu para a companhia de amigos, que abandonara apesar de nunca ter sido abandonado, lembrado sempre por sua alegria e tino fofoqueiro.


Que se pode dizer de tudo isso? Que médicos não erram nunca? Que a vida sem aqueles vícios seria melhor? Que a escolha foi de W.C. e ninguém tem nada com isso?


Sei lá. Só sei que eu tenho medo de médicos. Que se tiver que encontrá-los algum dia que seja pra dizer adeus e...partir, sabedor que, apesar dos pesares e opiniões contrárias, eu vivi.


Vem W.C., volte pra nós, volte para o lugar em que vc era feliz E NÃO SABIA. O amanhã à Deus pertence, viva o hoje.


By, eu mesmo, com meu inseparável hilton longo e minha skol geladinha bragarái. Vem?

05 março 2010

O céu não podia esperar só mais um pouquinho?

SÃO PAULO - Johnny Alf - um dos criadores da bossa nova - faleceu em Santo André, São Paulo, nesta quinta-feira (4). O músico lutava contra um câncer de próstata e estava se tratando no Hospital Estadual Mário Covas. No entanto, seu estado se agravou e o artista não resistiu à doença.

Hospitalizado desde segunda-feira (1), Johnny já havia sido diagnosticado há cerca de 10 anos e, durante este período, não parou de se apresentar. O músico continuou na ativa e, em maio de 2009, ele comemorou seus 80 anos com uma série de shows ao lado de Alaíde Costa e Emílio Santiago.

O corpo de Johnny Alf será velado no Teatro Sergio Cardoso, em São Paulo, e o enterro deve acontecer nesta sexta-feira (5).

Carreira

Johnny Alf é o nome artístico de Alfredo José da Silva, um carioca nascido em 19 de maio de 1929 que começou a estudar piano quando criança. O tal apelido foi dado por uma amiga americana do músico e, no início dos anos 50, ele montou seu primeiro grupo musical no instituto Brasil-Estados Unidos.

Ao lado de Dick Farney e Nora Ney, Alf se apresentava nas rádios e pela noite carioca. Foi nesta época que ele compos as canções "Estamos sós", "O que é amar", "Podem falar" e "Escuta". Estas músicas entraram para o disco "Convite ao romance" (1952), de Mary Gonçalves, que ajudou a impulsionar a carreira do artista.

Cinco anos mais tarde, Alf lançou as canções "Rapaz de bem" e "O tempo e o vento" em um compacto que foi considerado o primeiro disco de bossa nova. O músico passou a ser admirado e respeitado pelos grandes nomes da MPB e era chamado de gênio por Tom Jobim.

Ainda nos anos 50, Johnny Alf se mudou para São Paulo e se apresentou com os grupos Tamba Trio, de Sérgio Mendes, Luís Carlos Vinhas e Sylvia Telles. Ele também participou do III Festival de Música Popular Brasileira, da TV Record, e apresentou a música "Eu e a brisa", uma de suas composições mais famosas.

O músico lançou mais de 20 discos ao longo de sua carreira e, nos últimos anos, vivia em um asilo da Grande São Paulo, pois não tinha nenhum parente próximo.


Daqui.



(Minha predileta)

23 fevereiro 2010

"Stairway to Heaven"

Uma escultura que traz elementos religiosos católicos, judeus e muçulmanos foi vendida em três minutos na feira de arte contemporânea de Madri, Arco 2010, e se tornou a obra de arte mais polêmica do evento.

Chamada Stairway to Heaven (Escadaria para o Paraíso), a obra do artista espanhol Eugenio Merino retrata três homens rezando, um em cima do outro: um muçulmano, sobre ele um sacerdote católico e acima dos dois um rabino judeu, todos eles segurando livros sagrados das religiões dos demais – o Alcorão, a Bíblia e a Torá.

A obra foi vendida por 45 mil euros (R$ 112 mil) a um colecionador belga cuja identidade não foi divulgada. A escultura provocou a ira dos fiéis na Espanha e recebeu queixas oficiais.

Ao lado dela, aparece outra escultura que une uma metralhadora Uzi com uma menorá (candelabro ritual judaico).

A primeira reclamação saiu da embaixada de Israel em Madri. Em uma nota à direção da feira, o governo do Estado judaico diz que as peças “contêm elementos ofensivos para judeus, israelitas e certamente para outros.”

A embaixada classificou as esculturas como “uma mensagem cheia de preconceitos, estereótipos, provocações gratuitas e que fere a sensibilidade por muito que pretenda ser uma obra artística”.

A Conferência Episcopal da Espanha também reclamou. Através de comunicado à Arco os representantes do alto clero descreveram a peça com os religiosos como “provocação blasfema absolutamente desnecessária”.

'Mentes fechadas'

Obra foi considerada preconceituosa por israelenses (Foto: ARCO, Galeria ADN, Eugenio Merino)
Mas apesar das reclamações feitas logo no primeiro dia do evento, a galeria espanhola ADN, que representa o autor, não tem medo de represálias e afirma não entender a polêmica levantada pela escultura.

O proprietário da galeria, Miguel Ángel Sanchez, disse à BBC Brasil que a peça “deveria ser vista pelo lado positivo de um encontro religioso porque não há nada de ofensivo ali”.

Já o autor da escultura acha que o problema “não é a obra dele”, mas as interpretações que possam ser feitas “por mentes fechadas”.

“Cada um é livre para pensar o que quiser. Fiz uma peça que fala da unidade de religiões. Uma torre com as três grandes religiões que se juntam para chegar ao mesmo fim, que é Deus”, disse Merino à BBC Brasil.

“Mas se as mentes fechadas querem ver outra coisa, aceito a crítica. Só que eles também têm que aceitar meu trabalho”, afirmou o artista.

Merino admite, no entanto, que a segunda escultura, que mistura a arma com o candelabro, possa afetar a sensibilidade de alguns fiéis.

“É verdade que a metralhadora é uma Uzi, uma arma de Israel famosa nos conflitos com os palestinos. Mas a intenção foi reciclar os elementos para transformar em uma coisa que não mata. No fundo a peça trata da paz”, disse ele à BBC Brasil.

A feira de arte contemporânea de Madri, Arco, é uma das duas maiores do mundo e já está na 29ª edição. Neste ano, o evento termina no próximo dia 21, embora para o público fique aberta até o dia 19.



By BBC Brasil.

Eu respeito religiões que respeitam opiniões. E vocês?

17 fevereiro 2010

Enfim...

Depois que tiraram a arruda de minha orelha, parece que as coisas estão melhorando...
(Cliquem na foto e vejam o raminho da sorte 'plantadinho')

13 fevereiro 2010

Open your eyes (Snow Patrol)



Tudo isto parece estranho e irreal
E eu não quero perder um só momento sem você
Meus ossos doem, minha pele está fria
E eu estou ficando tão cansado e tão velho

A raiva me corroe por dentro
E eu não vou sentir os pedaços e os cortes
Eu quero tanto abrir seus olhos
Por que eu preciso que você olhe nos meus

Me diga que você abrirá seus olhos

Levante, vá embora, saia de perto desses mentirosos
Porque eles não pegam sua alma ou seu fogo
pegue minha mão, entrelace seus dedos entre os meus
E nós sairemos deste quarto escuro pela última vez

Cada minuto a partir deste agora
Podemos fazer o que gostamos em qualquer lugar
Eu quero tanto abrir seus olhos
Porque eu preciso que você olhe nos meus

Me diga que você abrirá seus olhos

Tudo isto parece estranho e irreal
E eu não vou perder um só momento sem você.


(Via Erika).

Sonhos.

10 fevereiro 2010

Que 'cazzo'!!

Depois ainda dizem que arruda dá sorte. To com 'um' na orelha há meses e não mudou nada ainda!

Olha só:

"Viver a Vida" é um curral cheio de vacas e chifres.

O filho corneia o pai que corneia a esposa que corneia o marido.

O marido corneia a esposa com a prima dela que corneia o namorado que a corneia na malhação, e a esposa corneia o marido apesar do elevador enquiçado.

Aquela que corneia a 'amiga' dentro da própria casa da 'amiga' está por um fio de ser corneada pela priminha lá em Búzios.

A única que se salva é a Luciana, por motivos óbvios.
Jájá um irmão corneará o outro já que também está sendo corneado pela pé-de-cana. preparem-se.

(Não parece novela?)


(Assim viro fanzão do BBB10 - e que desperdício a Angélica, gente!)


Câmbio, desligo dinovo.


QRU...QRU!

19 janeiro 2010

Flash-Back

Desopilando com Millor Fernandes:

"Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo fazendo sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia.

"Pra caralho", por exemplo. Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que "Pra caralho"? "Pra caralho" tende ao infinito, é quase uma expressão matemática. A Via-Láctea tem estrelas pra caralho, o Sol é quente pra caralho, o universo é antigo pra caralho, eu gosto de cerveja pra caralho, entende?

No gênero do "Pra caralho", mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso "Nem fodendo!". O "Não, não e não!" e tampouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade "Não, absolutamente não!" o substituem. O "Nem fodendo" é irretorquível, e liquida o assunto. Te libera, com a consciência tranqüila, para outras atividades de maior interesse em sua vida. Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral? Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo "Marquinhos, presta atenção, filho querido, NEM FODENDO!". O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o CD do Lupicínio.

Por sua vez, o "porra nenhuma!" atendeu tão plenamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional. Como comentar a bravata daquele chefe idiota senão com um "é PhD porra nenhuma!", ou "ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!". O "porra nenhuma", como vocês podem ver, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha. São dessa mesma gênese os clássicos "aspone", "chepone", "repone" e, mais recentemente, o "prepone" - presidente de porra nenhuma.

Há outros palavrões igualmente clássicos. Pense na sonoridade de um "Puta-que-pariu!", ou seu correlato "Puta-que-o-pariu!", falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba... Diante de uma notícia irritante qualquer um "puta-que-o-pariu!" dito assim te coloca outra vez em seu eixo. Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça.

E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu!". E sua derivação mais avassaladora ainda: "Fodeu de vez!". Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você mandando você parar: O que você fala? "Fodeu de vez!".

Sem contar que o nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de "foda-se!" que ela fala. Existe algo mais libertário do que o conceito do "foda-se!"? O "foda-se!" aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Me liberta. "Não quer sair comigo? Então foda-se!". "Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? Então foda-se!". O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição Federal.

Liberdade, igualdade, fraternidade e foda-se!"


(E.T.: Eu tardo e falho pra caralho por aqui, mas, paciência, senão, foda-se!)