23 maio 2009

Pureza infantil.

Lição de casa entregue por uma garotinha à sua professora.


"Quando eu crescer... Quero ser como a mamãe!"


(Eis a transcrição da mensagem que a mãe enviou à professora no dia seguinte)

"Prezada Mrs. Jones,
Eu gostaria de deixar bem claro que eu não sou, nem nunca fui, uma "dançarina exótica".
Eu trabalho no "Home Depot" e disse à minha filha como a última semana foi tumultuada, antes da nevasca. Eu disse a ela que nós vendemos todas as pás de neve que tínhamos, e então eu achei mais uma no depósito, e muitas pessoas estavam então disputando sua compra.
O desenho dela não me mostra dançando em torno de um poste, ela me mostra vendendo a última pá de neve que tínhamos no "Home Depot".
De agora em diante, eu me lembrarei de verificar a lição de casa dela mais cuidadosamente antes da entrega.
Atenciosamente,
Mrs. Smith."


Via Leonardo.

BUDAPESTE.

(Se vem de gênio só pode ser genial)

Trailer

Trecho do livro, de Chico por Chico

22 maio 2009

Histórias da noite paulista.


Mais uma da série "acredite se quiser": um famoso jogador de futebol, distraído, perde a concentração e vê seu carro atingir o da frente. Nada grave. Apenas danos materiais.

Não querendo despertar muito barulho, ele até ameaça ir embora, mas a moça, proprietária do outro automóvel, chama atenção para os estragos provocados no para-choque e lataria. Alega que será necessário acionar a seguradora.

Eis, então, que o nosso atleta saca o talão de cheques, e pergunta se aquele valor era suficiente para cobrir os prejuízos. Surpresa, ela diz que sim e ele, rapidamente, tira o time de campo.

O episódio aconteceu há cerca de duas semanas. E o protagonista desta história é o Fenômeno Ronaldo, que deu cheque de R$ 60 mil para cobrir as despesas, quase duas vezes o valor do veículo acidentado.


Da coluna do Flávio Ricco.

20 maio 2009

Vai um choppinho geladinho da Brahma aí?

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Bar Brahma, remodelado.

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Eu e um de meus amores.

Analise-se.

"Todo mundo, no mundo inteiro quer ser feliz. A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que eu considero um pacote louvável, mas nossos desejos e vontades precisam, claro, ser cada vez mais complexos e inatingíveis.

Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica, a bolsa Vitor Hugo e uma temporada num spa cinco estrelas.
E quanto ao amor? Ah, o amor… não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de domingo a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. Ufa! É isso que dá assistir tanta televisão.

E com esse pensamento, simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.

Dinheiro é uma benção. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vamos tentar segurar a onda, nada que um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade não resolvam.

Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável.
O primordial é pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente sempre. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta competitividade, desse jogo em que o único adversário somos nós mesmos. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo…"



Por Vanessa!

19 maio 2009