31 janeiro 2009

É sempre!

Ontem, 30 de Janeiro, foi o Dia Mundial da Não-Violência. Como acho que dia de não praticar nenhum tipo de violência é todo dia, posto, hoje, imagem e mensagem recebida por email do meu amigo minerin-da-paz e artista trein-bão Menote Cordeiro.



"Pegue um sorriso
e doe-o a quem jamais o teve...

Pegue um raio de sol
e faça-o voar lá onde reina a noite...

Pegue uma lágrima
e ponha no rosto de quem jamais chorou...

Pegue a coragem
e ponha-a no ânimo de quem não sabe lutar...

Descubra a vida
e narre-a a quem não sabe entendê-la...

Pegue a esperança
e viva na sua luz...

Pegue a bondade
e doe-a a quem não sabe doar...

Descubra o amor
e faça-o conhecer o mundo... "

Mahatma Gandhi (2 de Outubro de 1869 - 30 de Janeiro de 1948)

"Paz, amor, churrasco e cerveja, não necessariamente nessa ordem (hoje tem)".

Lula(eu) (29 de Abril - ...)

30 janeiro 2009

Informação importantíssima.

PARA GELAR RÁPIDO A CERVEJA!!

Anotem para alguma emergência!

A festa já está em andamento e a galera chega com latas e mais latas de cerveja. Vergonhosamente quentes. Como gelá-las?
Fomos buscar a ajuda do professor Cláudio Furukawa, do Instituto de Física da USP, para responder essa questão crucial.

Gêlo no isopor.

Para cada saco de gêlo, coloque dois litros de água, meio quilo de sal e meia garrafa de álcool.
A água aumenta a superfície de contato, o sal reduz a temperatura de fusão do gêlo (ele demora mais para derreter) e, por uma reação química, o álcool rouba calor.
Os físicos chamam o líquido de "mistura frigorífica".

GÊLO, ÁLCOOL SAL E ÁGUA!

A mistura frigorífica é barata e a cerveja fica em ponto de bala em 3 minutos, não é nenhum sacrifício esperar, né?
Lembre-se de lavar a latinha ao tirá-la da mistura.
Por email, da Giane do Persê.

29 janeiro 2009

Ela diz que está orgulhosa pelo filho maravilhoso que tem, e nós todos estamos orgulhosos por saber que, além de gerar coisas maravilhosas em seu blog, que nos alegram e embalam em poesia pura e linda, ainda gera realidades que nos salvarão um dia. Parabéns Márcia (Clarinha). Você que vive 'brincando com palavras' agora fala sério. E como nos alegrou e nos deixou orgulhosos sua seriedade.




(Entrevista com o filho de Márcia - e de todos nós, claro!)

28 janeiro 2009

Lápides.

Em tempos como esse, de crise financeira e mortes em igrejas, guerras, trânsito, balas perdidas e etc, nada como já começar a pensar no que escrever na lápide tumular, com muito humor, claro, já que a coisa tá feia mesmo (Eu não, medonho do jeito que sou quero ser cremado, com muito creme, já que preciso, de alguma forma, ficar gostoso enfim, pô!).

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Por email, da Maristela.

26 janeiro 2009

455 Anos de Paixão.

(Cantando)
Começou um novo dia, já volta
Quem ia, o tempo é de chegar
De metrô chego primeiro, se tempo é dinheiro
Melhor, vou faturar
Sempre ligeiro na rua, como quem sabe o que quer
Vai o paulista na sua, para o que der e vier
A cidade não desperta, apenas acerta a sua posição
Porque tudo se repete, são sete
E às sete explode em multidão:
Portas de aço levantam, todos parecem correr
Não correm de, correm para
Para São Paulo crescer
Vão bora, vão bora, olha a hora
Vão bora, vão bora, vão bora, vão bora
Olha a hora, vão bora, vão bora, vão bora.



(declamando)
"Olha a hora, vão bora, vão bora, vão bora
São Paulo que amanhece trabalhando
Na Praça do Patriarca, rua Direita, São Bento
Na Líbero Badaró, no Viaduto do Chá
Lá está aquele moço, que não dá ponto sem nó
Na conversa bem jogada, vai vendendo geladeira
Pra esquimó curtir verão
Papo firme é isso aí, desse dono da calçada
Rei da comunicação
Olhe aqui, dona Teresa, o produto de beleza
Que chegou da Argentina, examina, examina
De brinde pra seu marido
Nova pomada pra calo que resolve a dor de ouvido
Tem Parker 73, compre uma e ganhe três
Nem paga o justo valor, mais outra ali pro doutor
Leve a lei do inquilinato, mesmo não sendo inquilino
Morar na lei é um barato, e ele prova à sua maneira
Que um ataque de besteira, faz de um doutor um otário
Cursando numa avenida o vestibular da vida
Para ser bom empresário
Ser do São Paulo, do Corinthians e Palmeiras
É ter o fino em futebol durante o ano
Em tênis, remo, natação, nas domingueiras
Bom é Pinheiros, Tietê ou Paulistano
Com Ademir, com Rivelino no gramado
Com rei Pelé e suas jogadas de veludo
Não pe de graça que São Paulo é chamado
Melhor da América Latina em quase tudo
Pró-esporte, pró-esporte é a solução
Pró-esporte, pró-esporte contra a poluição
Lá por setembro o estudante nos ensina
Aquele esporte pelo esporte que não cede
E o meu Mackenzie, dá um show com a medicina
Na grande guerra que se chama MacMed
No corre-corre mundial estamos nessa
Os Fittipaldi estão aí para dizer
Só em São Paulo que é a terra do depressa
A São Silvestre poderia acontecer
Pró-esporte, pró-esporte é a solução
Pró-esporte, pró-esporte contra a poluição
São Paulo jovem, dos que promovem velocidade
Nos seus cavalos, de roda e ferro, na sua forma de liberdade
O peito agarra, a costa de aço
Que deu garupa na Yamaha, no upa-upa
Feito de abraço e muito amor
São Paulo jovem, na mesma cela
Vão ele e ela, por onde seja
Deus os proteja, pelos caminhos da vida em flor
Tem coisas da Ipiranga, da Itapetininga, até da São João
Às vezes também dá
Puxar o show, o chope, o uísque, boa pinga
E o molho das mulheres que transam por lá
Tem loja, tem butique, tem pizzaria
Boate, restaurante, até casa lotérica
É rua que de nada mais precisaria
Com todo aquele charme do Jardim América
América, rua augusta
E agora, já é hora
E ninguém vai embora, embora de lá
Rua augusta, e agora, já é hora
E ninguém vai embora, embora de lá
Bartira e João Ramalho nunca imaginaram
Que a tanga e a miçanga vinham outra vez
Agora nos diriam vendo que acertaram:
Valeu o nosso amor, pelo amor de vocês
E a moça vai passando, e ninguém vê mais nada
Quando ela vai na dela, é pra machucar
É a paulistana boa, despreocupada
De short ou minissaia, pondo pra quebrar, pra quebrar
Rua augusta, e agora, já é hora
E ninguém vai embora, embora de lá
Na sinfonia, que é de todos os barulhos
De Santo Amaro, ao Brás, ao Centro, ao ABC
Por Santo André, Vila Maria até Guarulhos
Grande São Paulo, como eu gosto de você
São Paulo, que amanhece trabalhando
São Paulo que não pode amanhecer
Porque durante a noite, paulista vai pensando
Nas coisas que de dia vai fazer."

(Eu não esqueci. Apenas curti)