20 maio 2009

Analise-se.

"Todo mundo, no mundo inteiro quer ser feliz. A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que eu considero um pacote louvável, mas nossos desejos e vontades precisam, claro, ser cada vez mais complexos e inatingíveis.

Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica, a bolsa Vitor Hugo e uma temporada num spa cinco estrelas.
E quanto ao amor? Ah, o amor… não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de domingo a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. Ufa! É isso que dá assistir tanta televisão.

E com esse pensamento, simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.

Dinheiro é uma benção. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vamos tentar segurar a onda, nada que um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade não resolvam.

Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável.
O primordial é pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente sempre. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta competitividade, desse jogo em que o único adversário somos nós mesmos. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo…"



Por Vanessa!

Um comentário:

Vanessa disse...

Obrigada meu lindo!


bjsss