14 dezembro 2007

Quando tem que ser...é!

No mês de Agosto de 2001, Moshê (nome científico), um bem sucedido empresário Judeu, viajou para Israel a negócios.
Na quinta feira, dia nove, entre uma reunião e outra, o empresário aproveitou para ir fazer um lanche rápido em uma pizzaria na esquina das ruas Yafo e Mêlech George, no centro de Jerusalém.
O estabelecimento estava superlotado.
Logo ao entrar na pizzaria,Moshê percebeu que teria que esperar muito tempo numa enorme fila, se realmente desejasse comer alguma coisa - mas ele não dispunha de tanto tempo.
Indeciso e impaciente, pôs-se a ziguezaguear por perto do balcão de pedidos, esperando que alguma solução caísse do céu.
Percebendo a angústia do estrangeiro, um israelense perguntou-lhe se ele aceitaria entrar na fila na sua frente.

Mais do que agradecido, Moshê aceitou. Fez seu pedido, comeu rapidamente e saiu em direção à sua próxima reunião.
Menos de dois minutos após ter saído, ele ouviu um estrondo aterrorizador.
Assustado, perguntou a um rapaz que vinha pelo mesmo caminho que ele acabara de percorrer o que acontecera.
O jovem disse que um homem-bomba acabara de detonar uma bomba na pizzaria Sbarro`s.
Moshê ficou branco.
Por apenas dois minutos ele escapara do atentado.
Imediatamente lembrou do homem israelense que lhe oferecera o lugar na fila.
Certamente ele ainda estava na pizzaria.
Aquele sujeito salvara a sua vida e agora poderia estar morto.
Aterrorizado, correu para o local do atentado para verificar se aquele homem necessitava de ajuda, mas encontrou uma situação caótica no local.
A Jihad Islâmica enchera a bomba do suicida com milhares de pregos para aumentar seu poder destrutivo.
Além do terrorista, de vinte e três anos, outras dezoito pessoas morreram, entre elas, seis crianças.
Cerca de outras noventa pessoas ficaram feridas, algumas em condições críticas.
As cadeiras do restaurante estavam espalhadas pela calçada.
Pessoas gritavam e acotovelavam-se na rua, algumas em pânico, outras tentando ajudar de alguma forma.
Muitos feridos e mortos estendidos pelo chão, vítimas ensangüentadas eram socorridas por policiais e voluntários.
Uma mulher com um bebê coberto de sangue implorava por ajuda.
Um dispositivo adicional já estava sendo desmontado pelo exército.
Moshê procurou seu "salvador" entre as vítimas sem fim, mas não conseguiu encontrá-lo.
Ele decidiu que tentaria de todas as formas saber o que acontecera com o israelense que lhe salvara a vida.
Moshê estava vivo por causa dele.
Precisava saber o que acontecera, se ele precisava de alguma ajuda e, acima de tudo, agradecer-lhe por sua vida.
O senso de gratidão fez com que esquecesse da importante reunião que o aguardava. Ele começou a percorrer os hospitais da região, para onde tinham sido levados os feridos no atentado.
Finalmente encontrou o israelense num leito de um dos hospitais.
Ele estava ferido, mas não corria risco de vida.
Moshê conversou com o filho daquele homem, que já estava acompanhando o pai e contou tudo o que acontecera.
Disse que faria tudo que fosse preciso por ele. Que estava extremamente grato àquele homem e que lhe devia sua vida.
Após algum tempo, Moshê se despediu do rapaz, deixando seu cartão com ele. Caso seu pai necessitasse de qualquer tipo de ajuda, o jovem não deveria hesitar em comunicá-lo.
Quase um mês depois, Moshê recebeu um telefonema em seu escritório em Nova Iorque, daquele rapaz, contando que seu pai precisava de uma operação de emergência em Boston, Massachussets.
Moshê não hesitou. Arrumou tudo para que a cirurgia fosse realizada dentro de poucos dias.
Além disso, fez questão de ir pessoalmente receber e acompanhar seu amigo em Boston, que fica a uma hora de avião de Nova Iorque.
Talvez outra pessoa não tivesse feito tantos esforços apenas pelo senso de gratidão.
Outra pessoa poderia ter dito "Afinal, ele não teve intenção de salvar a minha vida: apenas me ofereceu um lugar na fila "
Mas não Moshê.
Ele se sentia profundamente grato, mesmo um mês após o atentado.
E ele sabia como retribuir um favor.
Naquela manhã de terça-feira, Moshê foi pessoalmente acompanhar seu amigo e deixou de ir trabalhar.
Sendo assim, pouco antes das nove horas da manhã, naquele dia onze de setembro de 2001, Moshê não estava no seu escritório no 101º andar do World Trade Center (TwinTowers).



(Relatado em palestra do Rabino Issocher Frand)
"Entrai pelas portas dele com gratidão, e em seus átrios com louvor; louvai-o e bendizei o seu nome."Salmos 100:4

Lê baixinho:
"Jesus eu te adoro e preciso de ti, vem pra dentro do meu coração agora".



Por email, da Camilla.

As mil e uma faces de Hillary Clinton.

Dê-se razão para o Bill, agora. Tendo que escolher entre o sorriso 'apetitoso' da Mônica e as caras de Hilária.

Clique na foto e veja o porquê.



By Omedi.

Falem bem ou mal...

Prum bom entendedor, mudez é discurso.



Vi no Rodolfo.


13 dezembro 2007

Fotos.

Série: "Eu não bebi, seu guarda! Juro!"




_____XXXXX_____

Série: "Torcida Organizada."
'A segundona é looooonge, mas hei de ver os jogos do meu timão.'

'Mamãe levando filhinhos palmeirenses pro estádio.'


_____XXXXX_____


Série: "Engenheiros?...Bah!"


_____XXXXX_____


Série: "Treinamento de atleta brasileiro prás Olimpiadas de Pequim."


_____XXXXX_____



Série: "Negócio lucrativo."



_____XXXXX_____


Série: "Kama Sutra animaaaal."



_____XXXXX_____


Série: "Jeitinho Brasileiro."




_____XXXXX_____


Série: "Tanta meiguice." ou, "Vai encarar?"




_____XXXXX_____

Série: "Vem de berço." ou, "repartindo irmãmente."


12 dezembro 2007

Não é?

"Não basta que todos sejam iguais perante a lei.

É preciso que a lei seja igual perante todos."


(Salvador Allende)



Vi no Leonardo.

É só piada, heim!!

Paulistas X Cariocas.

O paulista foi ao Rio de Janeiro, mas não tinha mais vagas nos hotéis, então se hospedou numa pensão.

Como na pensão o banheiro era comunitário, ele resolveu comprar um penico.

Foi num pequeno armazém, e pediu um penico. O balconista, percebendo que ele era paulista, disse: -

- Penico??? ahh… aqui no Rio nós chamamos isso de paulista…

E o paulista:

- Pois me vê aí um paulista… Mas que caiba pelo menos 1 kilo de carioca…

Vi lá no Stanislaw.

10 dezembro 2007

Bons dias...semanas...meses...anos...vida...

Ofereço esse vídeo pro meu amigão Junior, que tanto luta pela despocotização dos povo brasileiru...é nóis junião, oremus tugueder.


Vi aqui.