02 março 2007

(Treinando conto).




RÁPIDO?

Ela valia qualquer pena.

Era uma mulher com todos os quesitos que agradavam aos homens: 1,70m de altura, seios médios, observados por ele durinhos, apesar de seus 30 anos, ereta, tipo falsa-magra, com quadris largos, porém condizentes com o corpo e estatura, pernas que se prenunciavam maravilhosas, longas e uniformes, olhar que transmitia além do que pensava e dizia, sorriso aberto e franco numa boca deliciosa e, pra completar, divorciada sem filhos.

Ele a tinha visto num de seus cursos. A princípio ela passava e ele apenas a observava, procurava ser discreto no olhar para não despertar a atenção, principalmente dos colegas que o circundavam, mas aquela feminilidade exalada não poderia passar despercebida por ninguém. Alguns dias depois a colega que se sentava ao seu lado deixa escapar:

– “Ela é bonita mesmo, né?”

E ele, com sua timidez (mal disfarçada), responde:

– “Quem!? De quem você está falando?”

E a colega, com um sorriso maroto, diz:

- “Num vem não! Você e todos os carinhas daqui não tiram os olhos dela quando ela passa, e ela chega sempre atrasada, só pra desfilar, porque já percebeu isso.”

Opa! Ele dera bandeira! E pior e mais doloroso que a bandeira foi o fato de perceber que ela, sua paixão secreta, despertava o mesmo sentimento nos outros caras da sala.

– “Juro que não sei de quem você ta falando” ele tenta disfarçar. E a colega, levemente despeitada, percebe ele, diz:

- “Aquela garota da quinta fileira, cadeira do corredor, ali ó!”.

Ele sabia de ‘cor e salteado’ de quem ela estava falando, até já chegara perto da tal cadeira ao fim de uma das aulas, imaginando que aquele colosso todo repousava atributos divinos nela.

- “Aah!! Sei! Sei de quem você ta falando, ela é bonitinha mesmo.”

Mané. Com um mínimo de raciocínio sabe-se que jamais se pode enganar uma mulher nesse tipo de coisa. A colega sorri e deixa quieto.

Numa das reuniões de grupo, aquelas em que 4 ou 5 alunos se juntam para realizar tarefas, ele, coincidentemente, caiu no grupo em que ela estava. Fizera intimamente até promessa pra não bandeirar. Ficar praticamente cara a cara com ela ia ser difícil, mas seja lá o que Deus quiser.

Na primeira reunião tentou até participar, com idéias condizentes aos assuntos colocados, mas aqueles joelhos juntos, desnudos, na cadeira da frente não permitiam concentração maior que fingir que ouvia tudinho e entendia, com balançar de cabeça no sim ou não, acompanhando a maioria. Quando ela falava, com a segurança que as balzaquianas vividas tinham, ele se sentia desarmado pra qualquer argumentação contrária ao tema proposto, engolindo e ouvindo, encantado, o que ela colocava, apoiando incondicionalmente suas palavras.

E o tempo passou. Agora, com um pouco mais de intimidade e troca de informações entre ambos, as coisas até se normalizaram; ele mais comedido em seus olhares de admiração e ela continuando a ser a deusa que era.

...

O primeiro ano findava. Os preparativos para o encerramento corriam a toda e ele era um dos organizadores da festa de fim de ano. Um de seus melhores amigos, e colega, que trocava informações de aula importantes, formado em engenharia mecânica na universidade de moscou em 1985, em plena, poderosa e decadente União Soviética, com uma cabeça privilegiada, mas muitíssimo mais tímido que ele, lhe diz de sopetão:

- “Cara, você já notou aquela mulher que senta na quinta fileira, cadeira do corredor, à nossa esquerda?”

- “NÃO!!! Quem é?”, respondeu ele sentindo-se um corno platônico.

- “Cara, ela é muito gostosa! Duvido que você não tenha visto.”

– “Aah! Sei! Sei de quem você ta falando” seguiu ele, na sua sina de Mané.

O colega, continuando o trabalho de decoração, sorri e deixa quieto.

...

Finalmente chega o esperado dia da festa de encerramento do primeiro ano.

O pessoal da organização, da qual ele participava, tinha que chegar antes, sempre havia algo à ser feito e todos precisavam estar lá.
Previdente, ele levara uma bermuda e camiseta básicas pro suor esperado e, numa sacola, a roupa da festa. Um banho rápido e estaria pronto.

Enquanto as pessoas chegavam, num momento de descanso, ele procura um cantinho afastado pra fumar um cigarro, ao lado de seu colega ‘moscovita’ e, em meio ao papo furado, ela surge.

Num vestido verde-musgo de alcinhas que marcavam as formas perfeitas, dirigindo-se diretamente para eles dois, escondidos num canto, levando nas mãos dois côcos gelados com dois canudinhos enfiados. Diz um ‘oi’ no meio daquele sorriso mortal e estende a ele um dos côcos.
O colega entende o rápido olhar de “o côco é meu, comunista! Cái fora!” e se manda; após algumas mamadas através dos canudinhos, começou o papo. Ele já pensara por diversas vezes como ‘cantar’ aquilo tudo, mas estar frente a frente era diferente. Com seu papo monossilábico tentava desesperadamente disfarçar sua real intenção.
Ela estava mais deliciosa que nunca. Não exalava perfume, exalava o cheiro de uma mulher que, logo após o banho, sai pra dar uma voltinha e retorna pronta para o amor. Cheiro suave de sabonete com leve suor.
Seus olhos o miravam enquanto sua boca sugava, ávida e delicadamente, aqueles canudinhos. Ele se excitava. Era torturante. A visão e o cheiro. Um ano. Um longo e sofrido ano. Vendo, silencioso, o vai-e-vem da mulher de seus sonhos mais delirantes. E ela estava ali, bem na sua frente. Arriscaria palavras mais afoitas? Tentaria algo? Sua timidez incômoda poderia por tudo a perder, as palavras poderiam não ser entendidas da forma que pronunciadas, poderia matar a galinha dos ovos de ouro antes mesmo do primeiro ovo botado.

Após segundos eternos, ele balbucia, sem agüentar mais, que ela está uma delícia naquele vestido. Reza, intimamente, para que ela lhe pergunte o que foi que ele disse, mas ela lhe sorri (aquele) e agradece, perguntando se ele realmente gostara. Ele diz que sim e que as curvas da cintura ficaram muito bonitas, bem delineadas, que ela tinha uma cintura gostosa (Ai meu Deus. Não acreditou que dissera aquilo).

Ela olhou lentamente para um lado, olhou para o outro, para trás e novamente para ele, sem tirar os canudinhos da boquinha. Com sua mão livre pegou a mão livre dele e a levou para a sua cintura, ele, com a mão espalmada, sem coragem de fechar em torno, aguardou um pouco, em êxtase; o canudo, pateticamente na boca, extasiado olhando para ela, tentando entender o óbvio.

A água do côco acabara havia tempo, ele só fingira até então; atirou o côco vazio para um canto, limpou a mão na bermuda e espalmou o outro lado daquela reentrância do violão, agora com firmeza e sentimento objetivo.
Viu, sentiu, subiu e desceu lentamente e ela olhando para ele com aqueles canudinhos enfiados na boca. Devia dizer algo? Não. Qualquer coisa que dissesse poderia quebrar o encanto daquele momento mágico. Poderia assustar a presa.

As mãos subiam até a lateral dos seios e desciam até o início da abertura dos magníficos quadris, e ali, logo abaixo, ele percebeu que não havia mais nada entre ela e o vestido. Curioso ele até se concentrou nisso, descendo mais um pouco, procurando. Nada. Logo lembrou que nada é mais delicioso numa mulher que um vestido colocado sobre a pele, sem nada que se interponha entre ela e ele. Nua, porém vestida, ou vice-versa?

Ao ouvir o barulho do ar subindo pelos canudinhos, percebeu que não havia mais água naquele côco, pegou-o e o atirou para perto do seu. Tomou-lhe uma das mãos e a levou para a homenagem a ela erigida... E logo no primeiro roçar, gozou... E nunca havia gozado assim... Estonteantemente... Divinamente... Profundamente...

Ela o olhou decepcionada, dizendo: - "Puxa! Você foi muito rápido".




FIM

(By myself)

PIADAS.




Lei muçulmana

Um casal muçulmano, preparando-se para o casamento religioso, visita um Mullah, buscando conselhos. O noivo pergunta:

- Nós sabemos que é uma tradição no Islã os homens dançarem com homens e mulheres dançarem com mulheres. Mas em nossa festa de casamento nós gostaríamos de sua permissão para que todos dancem juntos, inclusive homens com as mulheres.

- ABSOLUTAMENTE, NÃO! - Responde o Mullah - É imoral!! Homens e mulheres sempre dançam separados. Sem condições, NÃO E NÃO, definitivamente, NÃO!!

- Então, após a cerimônia, eu não posso dançar nem com minha própria esposa? - continua o noivo.

- Não! Dançar com mulher é, e sempre será, proibido no Islã.

- Está bem. Bem, e quanto ao sexo? Podemos finalmente fazer sexo?

- É claro! Alá é grande! No Islã, o sexo é bom, dentro do casamento, para ter filhos!

- E quanto a posições diferentes?

- Alá é grande! Sem problemas!

- E mulher por cima?

- Claro!! Alá é grande! Pode fazer.

- De quatro?

- Claro! Alá é grande!

- Oral?

- Sim, sim. Sem problemas.

- Na mesa da cozinha?

- Sim, sim. Alá é grande!

- Posso fazê-lo, então, com todas as minhas quatro esposas juntas, em colchões de borracha, com uma garrafa de óleo quente, vibradores, chantili, acessórios de couro, pote de mel e vídeos pornográficos?

- Você pode, é claro! Alá é grande!!

- Podemos fazer de pé?

- NÃÃÃÃÃÃÃOOO!!! NUNCA!!! NÃÃÃÃÕ de jeito nenhum!!!! Diz o Mullah.

-E por que não??!!

- Porque vocês poderiam se entusiasmar e acabar dançando!!!




Asilo.

Um filho leva seu pai, bem velhinho, para um asilo de idosos. Em lá chegando, sentou o velhinho num sofá, na sala de espera, e foi à recepção falar com os atendentes.
O velhinho começou, vagarosamente, a pender para o lado esquerdo. Um médico, passando por perto, disse:
- deixe-me ajudá-lo, senhor. E empilhou vários travesseiros no lado esquerdo do velhinho, para ajudá-lo a se manter ereto.
O velhinho, então, começou a pender vagarosamente para a direita. Um atendente, percebendo, empilhou outra pilha de travesseiros no lado direito dele.
O velhinho começou a pender para a frente, aí uma enfermeira viu e empilhou vários travesseiros na frente dele.
Nessa altura o filho retorna e pergunta:
- E então, pai, esse parece um lugar agradável, né?
O velhinho responde:
- Parece que sim, meu filho. Todos são atenciosos. Só não deixam a gente peidar tranquilo...

01 março 2007

Sensacional, meu.





Quer ver mais baixaria no BBB7?



Uma rapidinha.

Veja como o povo americano "evoluiu" nas eleições presidenciais:



POIS É, LÁ COMO CÁ...

PARABÉNS RIO CALIBRE 442.


Parabéns, apesar de suas dores.
Parabéns, apesar de não reconheceres como estás.
Parabéns, apesar de suas belezas maculadas.
Parabéns, apesar de seu povo condescendente.
Parabéns, apesar das desgraças diárias.
Parabéns, apesar da rivalidade e arrogância desnecessárias.
Parabéns, apesar de seus políticos.
Parabéns, apesar de seu bairrismo incômodo.
Parabéns, amigos virtuais que fiz por aqui.
Parabéns Rio de Janeiro, pelos seus 442 anos de existência, na sempre possibilidade de voltares a ser o que eras: Cidade Maravilhosa.

28 fevereiro 2007

Cuidado quando perguntar.

Em prova oral do curso de medicina, o professor pergunta à um determinado aluno:
- Quantos rins nós temos?
- Quatro! Responde o aluno.
- Quatro? Replica o professor, arrogante, daqueles que se comprazem em tripudiar sobre o erro dos alunos. - Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala de aula! - ordena o professor ao seu auxiliar.
- E para mim um cafezinho! - replicou o aluno ao auxiliar do mestre.
Exasperou-se o professor, então, expulsando o aluno da sala.
O discípulo era, entretanto, o famoso humorista brasileiro Aparício Torelly (1895-1971), mais conhecido como o Barão de Itararé, título que se auto-concedeu para debochar da famosa batalha que não houve na Revolução de 1930.
Ao sair da sala, teve ainda a suprema audácia de corrigir o furioso mestre:
- O senhor me perguntou quantos rins "nós" temos. "Nós" temos quatro: dois meus e dois teus; tenha um bom apetite e delicie-se com o capim!


Por email, dela.

Eu juro que vi isso...juro!

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Lembra nêguinha?

Update: O nome do 'Hagar, o horrível' foi substituido pelo "personagem principal". hehehehe.

Sampa ta chuvosa e meio fria.
Que bom...não conheço outra e gosto dela assim.



Abraços nos homi e beijosss nas muié,
EXATAMENTE NESSA ORDEM.