02 novembro 2006

Na intimidade, somos iguaizinhos. Duvida?


By Angel, too.

Acho que eram os três.



Uma mulher entrou na igreja para confessar-se com aquele padre muito sacana:
- Padre, o meu marido é um filho da puta!
- Não diga isso, minha filha! Afinal ele é o seu marido!
- Mas ele é um filho da puta mesmo, seu padre! Veja só o que ele me aprontou: ontem, eu estava deitada no sofá vendo televisão ele chegou e colocou a mão na minha perna.
- Mas eu também estou colocando a mão na sua perna e não sou filho da puta!
- Depois, seu padre, ele levantou a minha saia.
- Eu também estou levantando a sua saia e não sou filho da puta!
- Mas, depois ele tirou a minha calcinha!
- Eu também estou tirando a sua calcinha e não sou filho da puta!
- Mas depois ele me comeu!
- Eu também estou te comendo e não sou filho da puta!
- Mas, padre, depois de me comer ele me disse que estava com Aids!
- Filho da Puta!

O poder milagroso da maquiagem.

(Por email, da Rita do Bazar)

31 outubro 2006

Gente!!! É a minha cara isso aí.


Amigos blogueiros que imagino estarem distante disso tudo, as vezes me surpreendem quando os visito só "pruma olhadinha" e eles tem posts que nos fazem imaginar que a loucura nada mais é que o dia a dia em que estamos e não percebemos, vivendo 'seriamente' nesse mundo 'certinho' que nos rodeia e que imaginamos ser a verdade absoluta. O Peixe é o mensageiro daquilo que vocês nem podem imaginar que exista, fora de nosso imenso e relativo aquário. Aquário esse que nos limita a percepção de nós mesmos.
Adoro isso.
Adoro abraçar amorosamente todos os que de mim se aproximam, desprovido de qualquer segunda intenção maldosa. Só pelo prazer de receber e transmitir energias maravilhosas, como a da mulher hemorroísta que, simplesmente, tocou as vestes de Jesus e foi sentida, ampla e particularmente, entre centenas de toques, com todo o amor que Ele possuía.


Visite-o, e terão mais informações importantes pra enfrentar o cotidiano.


E só porque acho que eles merecem, vai uma homenagem pra vidinha deles, chamada Julia.


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"Zuzu bem?"

(Essa foi a foto que me chamou a atenção lá no flickr)


("Zuzu Bem", conforme a mamãe babona Quel que me enviou por email a foto).

MESMO NA MAIS PROFUNDA DOR, CABE AMOR.

Em 11 de Maio de 2005 eu publiquei isto num flog. Lembro que recebi 20 comentários.
Como hoje, lembrado por ela, é aniversário de Drummond e ainda sentimos no ar as dores de desejos insatisfeitos, retorno, para que saibamos sofrer com sabedoria.


VIVER NÃO DÓI.

Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.

Por que sofremos tanto por amor?

O certo seria a gente não sofrer,
apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tão bacana,
que gerou em nós um sentimento intenso
e que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz.

Sofremos por quê?

Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer
pelas nossas projeções irrealizadas,
por todas as cidades que gostaríamos
de ter conhecido ao lado do nosso amor
e não conhecemos,
por todos os filhos que
gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,
por todos os shows e livros e silêncios
que gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados,
pela eternidade.

Sofremos não porque
nosso trabalho é desgastante e paga pouco,
mas por todas as horas livres
que deixamos de ter para ir ao cinema,
para conversar com um amigo,
para nadar, para namorar.

Sofremos não porque nossa mãe
é impaciente conosco,
mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela
nossas mais profundas angústias
se ela estivesse interessada
em nos compreender.

Sofremos não porque nosso time perdeu,
mas pela euforia sufocada.

Sofremos não porque envelhecemos,
mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós,
impedindo assim que mil aventuras
nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e
nunca chegamos a experimentar.

Como aliviar a dor do que não foi vivido?

A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!

A cada dia que vivo,
mais me convenço de que o
desperdício da vida
está no amor que não damos,
nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca,
e que, esquivando-se do sofrimento,
perdemos também a felicidade.


(A dor é inevitável.

O sofrimento é opcional).


(Carlos Drummond de Andrade)

Ela ta solta.

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(Tragicomédia Halloween)

Joãozinho, 4 aninhos, entra na cozinha onde sua mamãe está, sorrindo e com o dedinho da mão direita em riste e sujo de sangue, dizendo singelamente:

- O olhinho de minha irmãzinha é molinho, né mamãe?

30 outubro 2006

Já to andando quase em pé.

Pelos meus 'arquivos anteriores' aí do lado, hoje completo 1 (um) ano de blog. Na realidade, deste blog, porque ja o tinha com este mesmo endereço antes (por também um ano) e o encerrei com todos os arquivos postados.

É sempre bom ter uma válvula de escape em que a gente possa expressar sentimentos que nos estressam no dia a dia. Bem como ter 'vizinhos' que visitamos e sempre nos dizem quão bela é a vida, com todos os seus percalços.

Posso dizer que, por aqui, até sou feliz. É claro que coisas estranhas as vezes acontecem, pessoas virtuais (ja estranho por aí) estranhíssimas, assim como eu.

'Conheci' pessoas ótimas, com ótimas cabeças e ótimo humor. Pessoas boas, com boas cabeças e bom humor. Pessoas regulares, com cabeças regulares e regular humor...e por ai vai, não necessáriamente nesta ordem de contexto e colocação. Seres humanos assim como eu.

1 ano. Acho que engatinhei durante muito tempo e só agora to conseguindo ficar em pé, cambaleante ainda, segurando aqui e acolá, trôpego.
Semy apple (que conheci por aqui) não me lembrasse ontem, acho que teria passado batido.

Beijos e obrigado à todos pela companhia adorável e irrecusável. Que seja eterna enquanto dure.

Ah sim! desculpem-me áqueles(as) que se sentiram ofendidos de alguma forma com minha aproximação totalmente dispensável. (Eu não acredito que haja, mas que há, há).

E assim nóis vai.

29 outubro 2006

Um fenômeno chamado Lula.

Então, fato consumado. Habemos presidente.


Agora é hora de deixarmos de lado o ódio que nos tem alimentado e sermos mais participativos. Cobrar sempre.
É fácil, é só clicar na foto do Lula aí em cima e acessar o Site presidencial. Tem links para enviar mensagens lá.
Eles poderão ignorar 1, 10 mensagens mas não poderão ignorar muitas.
Mãos à obra.