08 setembro 2006

...em época de eleição e bla bla bla acirrado...



Nós estamos jogando esses jogos de mente juntos
Empurrando as barreiras, plantando sementes,
Jogando a guerrilha de mente
Cantando o mantra, paz na terra,
Todos nós estamos jogando esses jogos de mente para sempre
Algum tipo de cara maluco levantando o véu
Fazendo a guerrilha de mente
Alguns chamam isto magia, a procura para o graal,

Amor é a resposta e você sabe isso com certeza
Amor é uma flor, você tem que deixá-la, você tem que deixá-la crescer

Então continue jogando esses jogos de mente junto
Fé no futuro, tirando o agora
Você apenas não pode vencer essas guerrilhas de mente
Absolutamente em outro lugar nas pedras de sua mente
Sim nós estamos jogando esses jogos de mente para sempre
Projetando nossas imagens em espaço e em tempo

Sim, é a resposta e você sabe isso com certeza
Sim, é rendição, você tem deixar, você tem que deixar isto sair

Então continue jogando estes jogos de mente junto
Fazendo a dança ritual ao sol
Milhões de guerrilhas de mente
Pondo o poder de suas almas à roda de karmic
Continue jogando esses jogos de mente para sempre
Elevando o espírito de paz e amor

Amor...
(Eu quero que faça amor, não guerra, eu sei que você ouviu isso antes)

Joguinhos.

Dando uma passada la na Luci do 100querer, descobri um site que tem diversos joguinhos interessantes pra crianças de todas as idades. (O Lucca vai gostar).

Dê uma conferida.

Varig, varig, varig!

Quer ver as fotos dos 3 aviões da varig, na playboy?

É só clicar aqui e visitar o omedi.

Dia ruim?

Essa eu ofereço pra todos os que estão trampando hoje, sexta-feira, depois do feriadaço da independência. Rárárárá (desculpe).

Presença de espírito.


Concorrência no escritório.

Trabalhar que é bom, nécas!

ATENÇÃO, ATENÇÃO...

Este vídeo contém cenas de sexo explícito, heim!
(Ou o que fazer num jogo, quando seu time estiver perdendo feio)

(Sei que você não vai aguentar e vai dar uma expiadinha AQUI...heheheeee)

07 setembro 2006

MÃE É FODA.



Mãe: Alô?

Filha: Mãe? Posso deixar os meninos contigo hoje à noite?

Mãe: Vai sair?

Filha: Vou.

Mãe: Com quem?

Filha: Com um amigo.

Mãe: Não entendo porque você se separou do teu marido, um homem tão bom...

Filha: Mãe! Eu não me separei dele! ELE que se separou de mim!

Mãe: É... você me perde o marido e agora fica saindo por aí com qualquer um...

Filha: Eu não saio por aí com qualquer um. Posso deixar os meninos?

Mãe: Eu nunca deixei vocês com a minha mãe, para sair com um homem que não fosse teu pai!

Filha: Eu sei, mãe. Tem muita coisa que você fez que eu não faço!

Mãe: O que você tá querendo dizer?

Filha: Nada! Só quero saber se posso deixar os meninos.

Mãe: Vai passar a noite com o outro? E se teu marido ficar sabendo?

Filha: Meu ex-marido!! Não acho que vai ligar muito, não deve ter dormido uma noite sozinho desde a separação!

Mãe: Então você VAI dormir com o vagabundo!

Filha: Não é um vagabundo!!!

Mãe: Um homem que fica saindo com uma divorciada com filhos só pode ser um vagabundo, um aproveitador!

Filha: Não vou discutir, mãe. Deixo os meninos ou não?

Mãe: Coitados... com uma mãe assim...

Filha: Assim como?

Mãe: Irresponsável! Inconseqüente! Por isso teu marido te deixou!

Filha: CHEGA!!!

Mãe: Ainda por cima grita comigo! Aposto que com o vagabundo que tá saindo contigo você não grita.

Filha: Agora tá preocupada com o vagabundo?

Mãe: Eu não disse que era vagabundo!? Percebi de cara!

Filha: Tchau!!

Mãe: Espera, não desliga! A que horas vai trazer os meninos?

Filha: Não vou. Não vou levar os meninos, também agora não vou mais sair.

Mãe: Não vai sair? Vai ficar em casa? E você acha o que, que o príncipe encantado vai bater na tua porta? Uma mulher na tua idade, com dois filhos, pensa que é fácil encontrar marido? Se deixar passar mais dois anos, aí sim que vai ficar sozinha a vida toda! Depois não vai dizer que não avisei! Eu acho um absurdo, na tua idade você ainda precisar que EU te empurre para sair!


(Luis Fernando Veríssimo)

06 setembro 2006

...em época de eleição...!

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De uma mulher para todas as mulheres (e homens, claro)

Prestem atenção nisso.

"Para ter uma silhueta curvilínea, as mulheres do século XIX usavam o espartilho. Esse artefato bizarro consistia em uma armação feita de arame, varas de madeira e barbatanas de baleia revestida de tecido. Na frente e atrás, cordões e colchetes. A estrutura era colocada em volta do tronco da mulher, como uma armadura, e os cordões apertados até o limite. A tortura aparece em filmes como Titanic e ... E o Vento Levou --- neste, a escrava Mammy era a encarregada de espremer a cintura de Scarlett O'Hara. O objetivo do espartilho era pressionar a barriga para dentro, estufar os seios para cima e empurrar os quadris para trás. Ficava difícil respirar. Os movimentos se tornavam restritos. Algumas mulheres não conseguiam se sentar ou subir escadas. Não eram raros os casos de grávidas, que, com o uso do espartilho, abortavam. O artefato causava também problemas respiratórios e digestivos. Por que, mesmo assim, era tão usado? Por questões culturais. O padrão de beleza no século XIX era o corpo em forma de violão. As moças espartilhadas se tornavam desejáveis do ponto de vista dos homens e arranjavam bons casamentos. Quando as mulheres conseguiram se livrar dele, no início do século XX, foi uma revolução. E um tremendo alívio.
O espartilho faz parte daqueles objetos e costumes do passado, que, vistos com olhos de hoje, parecem estranhos, anedóticos ou mesmo bizarros. Façamos, no entanto, um exercício. Aquele proposto pelo escritor e filósofo italiano Umberto Eco no livro História da Beleza. Eco sugere observar os dias de hoje com o olhar de um cronista do futuro. Você está lendo o parágrafo acima em agosto de 2006, na edição 432 da revista ÉPOCA. Imagine o mesmo parágrafo daqui a cem anos, no número 5.632 da revista, com data de agosto de 2106:
"Para manter uma silhueta delgada, as mulheres do início do século XXI eram obcecadas por dieta, exercícios e cirurgias plásticas. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, apenas 16% da população mundial estava com excesso de peso. Mesmo assim, um estudo da Universidade Harvard e da London School of Economics, duas prestigiadas instituições acadêmicas daquela época, dava conta de que 87% das mulheres se sentiam acima do peso. Por causa dessa distorção cognitiva, elas se submetiam a tremendos sacrifícios. Uma em cada dez danificava a saúde com dietas irresponsáveis. Outras usavam laxantes --- ou pior, drogas inibidoras de apetite obtidas sem receita médica.
A lipoaspiração, antiga prática da medicina que consistia na introdução de cânulas sob a pele para sugar a gordura, tornou-se o tipo mais popular de cirurgia plástica. Nas quatro últimas décadas do século XX, a incidência de anorexia triplicou entre as mulheres. Estranhas roupas, como a calça jeans tamanho zero, que ficaria apertada em emas e garças, tornaram-se uma obsessão. Para caber nelas, a mulheres faziam mais e mais dietas e cirurgias. Qual a razão dessa loucura? O corpo delgado era o padrão de beleza, simbolizado pela modelo brasileira Gisele Bündchen. Gisele, pelos critérios da Organização Mundial da Saúde, poderia ser considerada anoréxica. Não que as mulheres se tornassem mais desejadas. Crônicas de tempos idos mostram que os homens ainda preferiam o estilo mais "cheinho".
Magras, no entanto, elas se sentiam poderosas e causavam inveja às outras mulheres."

Eu sou um produto do meu tempo. Todas nós. Queria ter o corpo da Lindsay aí em cima, ou da Gisele, em detrimento da saúde e até do que meu par ideal irá achar. Tudo isso porque, hoje, aprendo, em propagandas, filmes, e desfile de roupas que é mais bonito ser assim. Mas esqueço que meu quadril nunca será o da Bundchen, porque não tenho ascendência alemã, e sim negra. Minha cintura também nunca será quadrada, e minhas coxas nunca serão magras, porque a minha família inteira tem o corpo assim. Também não vou crescer mais do que isso e me tornar a Ana Hickman, linda, alta, loira, esquálida, e com cara de paisagem --- toda vez que eu me produzir nesse intuito.
Ainda assim, há quem me ache bonita do jeito que eu sou, não como numa capa de revista. Porque eu não sou modelo nem celebridade, eu sou euzinha, simples assim.

É bom que muitos pensem junto comigo. =)

Outra pro Luquinha.

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By Sisto Sexto

Vc sabe...



(...não concordo).

05 setembro 2006

...sic!

Balança aí, negada!!

Hoje, como ontem e anteontem, levantei meio à contragosto, já que tá um frio da pow. Mas aí, liguei o rádio e comecei a balançar. Esquentei. Use aí.
Não há contra indicações.

Scateverybody-Scatnóistudo.

04 setembro 2006

Mineirinho dando má notícia...

Recebi essa por e-mail, da Maçã.

- Alô, Sô Carlos ? Aqui é o Uóshito, casêro do sítio.
- Pois não, Seu Washington. Que posso fazer pelo senhor? Houve algum problema?
- Ah, eu só tô ligano para visá pro sinhô qui o seu papagai morreu.
- Meu papagaio ? Morreu? Aquele que ganhou o concurso?
- Êle mermo.
- Puxa! Que desgraça! Gastei uma pequena fortuna com aquele bicho! Mas...ele morreu de que ?
- Dicumê carne istragada.
- Carne estragada ? Quem fez essa maldade? Quem deu carne para ele?
- Ninguém...Ele cumeu a carne dum dos cavalo morto.
- Cavalo morto? Que cavalo morto, seu Washington?
- Aqueles puro-sangue qui o sinhô tinha! Eles morrero de tanto puxá carroça dágua!
- Tá louco? Que carroça d'água?
- Pra apagá u incêndio!
- Mas que incêndio, meu Deus?
- Na sua casa ...uma vela caiu, aí pegô fogo nas curtina!

- Caramba, mas aí tem luz elétrica! Que vela era essa?
- Do velório!
- De quem?
- Da sua mãe! Ela apareceu aqui sem avisá e eu dei um tiro nela, pensando que fosse ladrão!
- Meu Deus, que tragédia ! (começa a chorar)
- Peraí, sô Carlos, o sinhô num vai chorá por causa dum papagaio, vai???