29 julho 2006

VACA EM PELE DE CORDEIRO(*)

(*) Transcrito literalmente daquela coisa gosmenta e colorida, que num arroubo de sabedoria (que lhe é peculiar, aliás), denuncia):

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Como vcs podem ver, tenho o link do Homem Sonhador ai do lado já há tempos, mas não tinha observado a postagem referente a este assunto.
Coisa lamentável, que nos deixa (tenho certeza, por todos vcs) entristecidos com atitudes como a da nossa admirável atriz ai de cima.

Assistam o Site do HS e vejam se conseguem 'sentir alguma coisa' à respeito.

28 julho 2006

quem lembra? QUEM LEMBRA? QUEEEEMMM LEEEEMBRA?

EU LEMBRO. "CURTINDO A VIDA ADOIDADO". ARREPIA AÍ, PESSOAL.





(Essa vai pra Luizinha Neves lá de São Luiz do Maranhão, rebola aí Lune).

Criando clima...

...e esquentando a 'comida'.


Ooopss

Eca!

Maior chicletão, Britney Spears!


The Moment Britney Didnt Want You To See

Sexta filosófica de um Lula quebrado.

Penso, lógo...
me preocupo...conta pra pagar pacarái...putz!

Então...

Se não sou exatamente aquilo que os outros imaginam que eu seja é porque sou exatamente aquilo que quero ser, já que, como todo e qualquer ser humano, eu vim pra confundir e não pra explicar.

O Presidente fazia um discurso:


- Brasileiros e Brasileiras, aproximam-se tempos difíceis, é preciso poupar mais e gastar menos.
- Beija-me, beija-me - grita uma mulher no meio da multidão.

- É preciso aumentar os impostos, é preciso trabalhar mais horas.

- Beija-me, beija-me - grita a mulher.

- Os próximos anos vão ser anos difíceis.

- Beija-me, beija-me.

Um homem que estava ao lado da mulher, intrigado pergunta:
- Por que toda vez que o Presidente fala a sra. grita 'beija-me beija-me'?

- É que eu gosto que me beijem enquanto me fodem.

27 julho 2006

Esse cara é espetacular!!!!!!

Baseado em fato verídico (?).


(Paciência. É genial. Ri MUITO).

Eu sei que o assunto é escabroso, mas a história tem seus atrativos; um deles é que aconteceu de verdade. Minha senhora foi testemunha, e no sarau de ontem (a falta de luz, às vezes, é benéfica) rimos muito dela. Meu cunhado Zé Luís tem uma irmã famosa por cagar grosso. E quando eu digo grosso, eu quero dizer grosso mesmo: as dimensões médias de um troço dela equivalem as de um pão francês. Evidente que a fama fica no seio da família; é o tipo da coisa que não se deixa extrapolar, para evitar o gáudio da galera alheia. Minha mulher, por exemplo, conhecia a moça, mas não seu infame atributo.
Pois estava meu cunhado promovendo uma das suas periódicas feijoadas públicas ontem; minha mulher foi, e a dita irmã foi também. Diz a minha consorte (bonita palavra, "consorte"; liga a sorte dela à minha, o que é, no fundo, um tremendo azar) que a moça entrou no banheiro para a "função barral", e saiu depois, normalmente, quase assoviando. Minha cunhada entrou em seguida, e saiu depressinha:
- Zé, vem cá!
O Zé Luís, que é um bonachão, foi, andando devagar.
- Fala, amor.
- Não acredito! Tua irmã fez aquilo de novo!
Vocês hão de compreender a minha senhora quando ela diz que seus ouvidos saltaram com essa frase. Ela ficou interessada, e não é para menos. Eu também ficaria: "aquilo" o quê? Que tipo de coisas ela praticava nos banheiros?
Madame Tosetto deixou de encher seu prato e foi lá ver.
- Que é que houve, gente?
- Olha lá o que é que houve, respondeu minha cunhada, furiosa.
Ela foi, viu e não entendeu. Disse-me que a primeira coisa que pensou foi que haviam jogado um ovo de páscoa na privada. Depois, notando a textura, o aroma e outros detalhes técnicos, percebeu o que era.
- Nossa!!!!!?
- É sempre assim, rugia minha cunhada .
- Sempre que ela vem aqui, ela caga esses troços enormes, e entope tudo! Olha aí, não desce! E apertava a descarga, várias vezes seguidas. A água vinha quase à boca da bacia, e refluía devagar, mas o troço não passava mesmo.
Minha cunhada quase chorava:
- E agora, Zé Luís? Que que a gente faz? Zé Luís é a imagem da calma. Falou devagar, muito tranqüilo:
- Olha, faz o seguinte...você enche aí um balde d’água...vem...e despeja.
Mas vai despejando devagarinho, entendeu?...de pouquinho em pouquinho...até que desce.
Nessa altura, o movimento no banheiro já havia atraído mais gente.
Veio primeiro a minha sogra, depois a mãe do Zé Luís (e, por conseguinte, mãe também da infratora). Que já chegou perguntando o que havia.
- Olha aí a merda que a tua filha fez! Respondeu minha cunhada, já mandando a gentileza pro mato.
- Ai, meu Deus, que vergonha!!! Eu falo pra essa desgraçada não cagar na casa dos outros que sempre a gente passa esse vexame, minha nossa Senhora!
Minha sogra olhou, encostou na parede e começou a rir fininho:
- Qui, qui, qui, qui, qui...
Minha cunhada foi encher o balde, e o resto do povo ficou lá, contemplando.
A mãe dela dizia a todos:-
Olha, lá em casa essa infeliz já entupiu os canos tantas vezes que o meu marido não teve remédio senão deixar um pedaço aberto, pra gente limpar o cano com um vergalhão quando acontece. Nunca vi uma coisa dessas! Como é que passa, um troço desse tamanho?
Voltou minha cunhada com o balde. Era um balde grande; começou a despejar, debaixo de múltiplos conselhos:
- Devagar, devagar...
- Despeja em cima da bosta, pára um pouco, pára; agora vai...
- Ih, num vai descer não...
- Qui, qui, qui, qui, qui...
- Calma, gente.
- Joga logo tudo de uma vez, ué!
Acabou a água. A merda não desceu.
- E agora?
- Agora a tua irmã que venha jogar água!
- Não é por aí...vamos dar um jeito.
Minha mulher deu uma idéia.
- Pega um pau e catuca aí o cocô até descer.
- Boa idéia. Foi meu cunhado em busca de um pau. O resto ficou lá, olhando a merda. Volta ele com o pau. Começou a cutucar, mas nunca pegava de jeito, e a bosta escapava, escorregando ora prum lado, ora pro outro. E tome o pau cercando a bosta, e o troço dando show de agilidade.
- Assim não vai, concluiu meu cunhado. E coçou a cabeça. E todos coçaram a cabeça. E foi uma grande coçação, até que a mãe dele sugeriu aquilo em que todos pensavam, mas que ninguém queria falar:
- Pesca com a mão e joga no lixo, ué.
- Que é isso, mãe...tá louca?
- E tem outro jeito, menino? Pega logo aí e joga isso no lixo.
- Imagina se eu vou meter a mão na merda, mãe...
- Usa aí uma dessas tuas luvas de enfermeiro.
- De jeito nenhum. Tem que haver outra maneira. E teve uma idéia.
- Peraí.
Saiu e voltou com outro pedaço de pau.
- Olha só: com esse pau aqui, eu encurralo o troço aqui neste cantinho...E encurralou o troço num cantinho...e com este aqui eu catuco ele pra baixo.
E foi empurrando mesmo, os gestos lembrando o trinchar de um peru.
E encurrala daqui, soca dali, vai, vai, vai, foi: a merda desceu.
O cano, estrangulado, emitiu um gorgolejo, mas mandou para baixo com indiscutível segurança.
- Desceu?
- Desceu!
- Êêêêêêêêêêêêêêê...
Sorridentes, voltaram todos à cozinha, para encher seus pratos.
Ficaram um longo e indeciso minuto olhando para o caldeirão, onde borbulhavam feijões e paios.

Peguei aqui - Docedelírio

Pai, perdoa...ela é loura.

...como elas fazem a conta...

O caminhoneiro, no seu leito de morte, pergunta à mulher, com voz moribunda:

--- Mulher, sei que estou morrendo e nada mais me importa agora. Mas, só por curiosidade, você já me traiu alguma vez?

Ela ficou vermelha, titubeou, mas acabou confessando:

--- Sim, meu marido! Eu te traí sim, mas apenas duas vezes e somente para te ajudar.

--- Como foi a primeira?

--- Você se lembra daquela vez que pediu um empréstimo ao banco para trocar o caminhão? Eles não liberavam nunca o dinheiro e você já estava ficando desesperado? E de repente o dinheiro foi liberado de uma hora para outra?

--- Sim...lembro...tem razão, foi por uma boa causa, naquela época eu estava até pensando em me suicidar.E a outra vez?

--- Bom, você se lembra quando se candidatou a presidente do sindicato e faltavam 165 votos para vencer?

Por favor,

Alguém inteligente pode me esclarecer?

Discriminação, preconceito ou racismo
é ter ou não ter cotas para pessoas seja lá onde for?

(Hei de entender, um dia).

Com endereço.

Você era a mais bonita das cabrochas desta ala...

25 julho 2006

Outro parênteses.

Criança Esperança:
Os fins justificam a chatice enfadonha dos meios.
(Colaboro sempre mas não assisto).

(Parênteses)

A vida é jóia preciosa entregue à um ser muito especial:
você.
Voltamos à "ERA DUNGA".

(Acredito que do jeito que anda nossa seleção,
não demora muito, JÁ ERA DUNGA).

Aproveitando a dica.

Dando aquela navegada, li um coment, que me levou ao blog, que me agradou. Nesse blog tinha um post, que me levou a descobrir um Site que TEM UMA PORRADA DE LIVROS (E-BOOKS) E APOSTILAS pra download GRÁTIS. Aproveitem antes que acabe.


O BLOG

O SITE

Divirtam-se.

Estranho amor.



Me desculpe devo ir embora
mas sabia que era uma mentira
quanto tempo perdido atrás dele
que promete depois nunca cumpre
estranhos amores que se colocam nos problemas
mas na realidade somos nós.

E na espera de um telefonema
brigando para que esteja livre
com o coração no estomago
um sentido enrolado
ali sozinho, dentro um arrepio
mas porque ele não está, e são

Estranhos amores que fazem crescer
e sorrir entre as lágrimas
quantas paginas ali para escrever
sonhos e marcas para dividir.
São amores freqüentes a esta idade
se confundem dentro desta alma
que se interroga sem decidir
se é um amor que se faz por nós

E quantas noites perdidas a chorar
relendo aquelas cartas
que não consegue mais jogar fora
o labirinto da saudades
grandes amores que terminam
mas que ficam, no coração

Estranhos amores que vão e voltam
nos pensamentos que os escondem
histórias verdadeiras que nos pertencem
mas se deixam como nós
Mas na realidade somos nós

Estranhos amores frágeis
prisioneiros livres
estranhos amores que não sabem viver
e se perdem dentro de nós

Me desculpe devo ir embora
desta vez prometo a mim
porque quero um amor de verdade
sem você.

(Pra maçãzinha de minha torta)