17 julho 2006

NASCE UM PARADIGMA

"Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas.
Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão.

Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancadas.

Passado algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas.

Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos.
A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que o surraram.
Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não mais subia a escada.
Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, da surra ao novato.
Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato. Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído.
Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse chegar às bananas.
Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: "Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui..."

No lugar de macacos pode-se imaginar: militares, engenheiros, arquitetos, advogados, telefonistas, professoras, operários, etc..
Passe esta história para seus amigos, para que, vez por outra, questionem-se do por quê estão se batendo...

"MAIS FÁCIL DESINTEGRAR UM ÁTOMO DO QUE UM PRECONCEITO". (Albert Einstein).

(E-mail da Giane Requena, bazar. Beijos)

4 comentários:

Carla disse...

Adorei o post, Lulinha! Nosso mundo continua vestido de preconceitos, que, por sua vez, desencadeiam violência, maldade, indignação...

Claudio disse...

O post é de uma realidade só. Infelizmente..

abração

Your Soul disse...

Bom demais isso.
bjs

Patrícia Costa disse...

Esta história serve para nos questionarmos por que de vez em quando fazemos ou não fazemos certas coisas. Será que não está na hora de questionarmos mais ao invés de aceitarmos viver como maria vai com as outras?
Não podemos nos acomodar diante das situações.Paradigmas existem, mas podemos quebrá-los. E agindo assim, podemos mudar a situação.